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Ainda com 4 jogos dos oitavos-de-final por realizar, no passado dia 17 de Junho, a UEFA anunciou que os quartos-de-final, meias-finais e final da UEFA Champions League terão lugar em Lisboa, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica (estádio da final) e no Estádio José Alvalade, pertencente ao Sporting Clube de Portugal. Os quartos-de-final e meias-finais serão jogadas apenas a uma mão. Está ainda pendente uma decisão relativamente ao local dos jogos em falta dos oitavos-de-final que poderão ter lugar nos estádios de Barcelona, Bayern Munchen, Juventus e Manchester City ou em Portugal, no Estádio do Dragão, pertencente ao Futebol Clube do Porto e Estádio D. Afonso Henriques, casa do Vitória Sport Clube. Para já estão garantidas as presenças em Lisboa da surpreendente Atalanta, do Atlético de Madrid de João Félix, do crónico campeão francês Paris Saint-Germain e do cada vez mais conhecido RB Leipzig.

As cidades escolhidas pela UEFA

Ano após ano, as principais cidades europeias candidatam-se a receber a final da maior competição mundial, a UEFA Champions League. Além de ter sido anunciado o novo local da final deste ano, já são conhecidas as cidades onde se irão realizar as edições de 2021, 2022, 2023 e 2024. Entre 1993, ano da primeira final enquadrada no mais recente formato da competição, e 2024, serão 22 os estádios de 20 cidades de 14 países que terão recebido as 32 finais da competição com especial destaque para a Alemanha com 6 edições e, em particular, para Munique com 4 finais.

Ao analisarmos o local das finais, verificamos que existe uma clara preferência pelos países dos chamados “Big-5” (Bundesliga, La Liga, Ligue 1, Premier League e Serie A). Assim, em 2024, Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália terão recebido 19 das 32 finais (59%). Relativamente aos restantes países, destacam-se três “periféricos”, Turquia, Grécia e Portugal, com duas finais.

À primazia pelos 5 países das principais ligas europeias não será, obviamente, alheia a componente comercial uma vez que terão tendencialmente mais capacidade de gerar e potenciar receitas através das suas marcas, do seu poder de compra, da centralidade no continente europeu e da sua rede de transportes.

O impacto económico das últimas finais

O impacto económico nas cidades que recebem a final da competição incide fundamentalmente nas estadias em hotéis e outras habitações turísticas, na restauração, em outras actividades turísticas, e em outros serviços como segurança, hospitalidade, patrocínios. Como se pode observar no gráfico em baixo, o impacto nas cidades variou entre os 45 milhões de Euros em Roma no ano de 2009 e os 53 milhões em Cardiff mais recentemente.

Em 2011, Barcelona e Manchester United defrontaram-se em Londres tendo os Blaugrana vencido por 3-1 com o “tiki taka” de Pep Guardiola e Messi como maestro. Estima-se que a final entre os dois colossos tenha gerado 52 milhões de Euros e se tenham deslocado à capital inglesa cerca de 110 mil pessoas. Já em 2017, em Cardiff, a final entre Real Madrid e Juventus gerou 53 milhões de Euros, valor mais elevado nas finais analisadas, e levou à cidade cerca de 200 mil pessoas.

Relativamente à final de Lisboa em 2014, entre as equipas espanholas do Real Madrid e Atlético Madrid, calcula-se que o impacto económico para a capital portuguesa tenha sido de cerca de 50 milhões de Euros. De acordo com estudos realizados, crê-se que 54% deste valor (27M€) esteja associado a estadias, 22% (11M€) a restauração, 7% (3,5M€) com outras actividades turísticas e 17% (8,5M€) a outros serviços. O aeroporto de Lisboa registou um acréscimo de 10 mil passageiros no fim-de-semana do jogo, representando um aumento de 20% face ao fluxo habitual e registaram-se cerca de 50 mil dormidas em Lisboa e 70 mil visitantes.

Para estes valores em muito contribui o poder de compra dos adeptos que visitam a cidade que acolhe a final. Conforme podemos verificar no gráfico em baixo, ao combinarmos o PIB per capita dos países dos clubes representados na final, o evento de Lisboa em 2014 apresenta o valor mais baixo das últimas 11 edições. A final de 2013 em Londres, entre Bayern Munchen e Borussia Dortmund apresenta o valor mais elevado.

As cidades, além de obterem receitas e impacto comercial no curto-prazo com a realização do evento, obtêm dividendos a longo-prazo. A final de 2014 em Lisboa contribuiu, juntamente com outros grandes eventos decorridos nos últimos anos, como o Euro 2004, para o incremento da reputação da cidade e do país como organizador de eventos de relevo. Assim, as cidades acabam por lucrar no longo-prazo com um aumento do turismo, patrocínios e maior probabilidade de receberem outros grandes eventos.

UEFA Champions League em Portugal – Que impacto esperar?

Em primeiro lugar, devemos ter em conta que os moldes em que Portugal receberá a competição são totalmente novos uma vez que, no mínimo, serão realizados 7 jogos em Lisboa ao invés de apenas a final. Em segundo lugar, devemos também ter atenção ao facto de a presença de público no interior dos estádios ser também ainda uma incógnita em virtude da evolução da pandemia do COVID-19. Por último, é importante considerar que os voos internacionais estão a ser retomados possibilitando a vinda de adeptos afectos aos clubes mesmo na eventualidade de estes não poderem assistir aos jogos no interior dos recintos desportivos.

Assim, tendo por base os valores acima referidos e dois cenários distintos, apresentamos uma estimativa relativamente ao impacto económico esperado.

Cenário 1 – Sem público nos estádios

  • 8 equipas, staff, UEFA, jornalistas, patrocinadores e alguns adeptos que se desloquem independentemente de não poderem aceder aos estádios – 10.000 pessoas representando 15% do fluxo de 2014:
    • Estadias em unidades hoteleiras – 5,4 milhões de Euros
    • Restauração – 1,65 milhões de Euros
    • Outras actividades turísticas – 0,5 milhões de Euros
    • Outros serviços (considerando serem afectados apenas em 30% devido ao número superior de jogos face a 2014) – 5,95 milhões de Euros
  • Impacto estimado total = 13,5 milhões de Euros

Cenário 2 – Estádios com 33% de lotação máxima (na linha do que se encontra a ser discutido pela La Liga)

  • Assumindo 20 mil pessoas por jogo, 10 mil afectas a cada um dos 8 clubes e assumindo que assistirão também às meias-finais e final caso o seu clube se apure, repercute-se num potencial máximo de 80 mil pessoas;
    • Estadias em unidades hoteleiras – 43,2 milhões de Euros
    • Restauração – 17,6 milhões de Euros
    • Outras actividades turísticas – 5,6 milhões de Euros
    • Outros serviços – 13,6 milhões de Euros
  • Impacto estimado total = 80 milhões de Euros

Independentemente das estimativas que se possam efectuar, é certo que a realização das fase final da UEFA Champions League trará benefícios, sobretudo nesta fase, ajudando na retoma da hotelaria e restauração, na atenção mediática e imagem do país pelo facto de acolher, no mínimo, 8 equipas compostas por elementos com muitos seguidores e com um valor de mercado elevado.

A UEFA Champions League, desde que assumiu esta designação em 1992/1993, leva já 27 edições. Neste período, foram 13 os clubes que a venceram oriundos de 7 países diferentes. O principal destaque vai para os colossos espanhóis Real Madrid CF e FC Barcelona com um total de 11 edições ganhas (41%) que fazem da Espanha o país com mais vitórias na UCL desde 1992/1993.

Apenas por duas vezes a UCL não foi ganha por um clube dos países chamados “Big-5”: em 1994/1995 pelo AFC Ajax (Holanda) e em 2003/2004 pelo FC Porto (Portugal).

 

Em teoria, países com maior população aliada a infraestruturas e profissionais de qualidade, terão tendência para apresentarem instituições desportivas mais capazes de alcançar títulos importantes, como é o caso, por exemplo, da Alemanha. No entanto, devem ser considerados vários factores de modo a retirarmos conclusões válidas. Um deles prende-se com o volume da população do país. Neste aspecto, Espanha e Portugal são os que apresentam melhor rácio quando comparamos o número de edições ganhas com o volume populacional.

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In the document below, we present the amounts received in the past four years by the 32 teams participating in the 2013/2014 edition of UEFA Champions League.
These values ​​allow us to assess the differences between and within groups. Thus, groups H (Barcelona, AC Milan, Ajax and Celtic) and D (Bayern Munchen, CSKA Moskva, Manchester City and Viktoria Plzen) are the ones that, in aggregate, gathered the highest amount of revenues distributed by UEFA in the last four seasons. Group G is on the opposite side (FC Porto, Zenit, Atletico Madrid and Austria Wien) gathering only 98.4 million Euros. Group D also includes the top-team with the largest share in the total group’s bonus (Bayern Munchen).
Regarding the disparity between clubs from the same group, considering the difference in the weight of each club compared with the total bonuses of the group, it appears that groups F (Arsenal, Borussia Dortmund, Olympique Marseille and Napoli) and C (SL Benfica, Olympiacos, Paris Saint-Germain and Anderlecht) are the most balanced ones. Group A (Manchester United, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen and Real Sociedad) is at the opposite side.
Check the document below for a more detailed analysis.
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Notes: (1) For the purposes of this research, we considered the values ​​distributed by UEFA to the clubs competing in the UEFA Champions League and UEFA Europa League between 2009/10 and 2012/13, (2) The figures shown do not include market pool revenues.
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The concept of Market Pool
Market Pool is the variable component of the bonus awarded by UEFA to clubs participating in the Champions League and Europa League.
This amount is distributed taking into account the size of the TV market in the clubs’ country of origin, the position reached in the domestic league in the previous season and the number of matches played in the current edition of the UEFA competitions.
How does the distribution criteria work?
The size of the TV market in the country of origin is, without any doubt, the main responsible for the distribution of the Market Pool amounts. However, the position reached in the previous season has also impact, especially when comparing clubs from the same country. Thus, for example, in the 2011/2012 edition of the Champions League, although SL Benfica has reached the quarter-finals of the competition and FC Porto has not qualified to the round of 16, the Market Pool amount assigned to the 2010/2011 Portuguese champions was higher than the one of SL Benfica (€2,794,000 vs. €2,657,000).
Regarding the size of the TV market, it is clear the difference between countries such as England and Portugal. Thus, for example, in the case of the Turkish clubs, in the last four editions of UEFA’s competitions, 56% of the revenues received by them came from the Market Pool while in the case of the Portuguese clubs, this value was only 20%.
A specific case that occurred in 2012/2013, was the one between SL Benfica (2nd placed in the Portuguese League in 2011/2012) and Chelsea FC (6th placed in the 2011/2012 Barclays Premier League). In that season both were removed from the UEFA Champions League group stage, however, the Market Pool amount distributed to the Portuguese club only accounted for 12% of the amount received by Chelsea FC.
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What if Market Pool didn’t exist?
Recently, Football Industry published the article “The 50 clubs that received more revenues from UEFA (09/10 to 12/13)” in which we present the total amounts distributed to clubs as a bonus for their participation in UEFA competitions. However, if we ignore the revenues from the Market Pool, analyzing only the performance related ones, the published ranking gains a new order. For example, Liverpool, who comes in the 17th position when considering Market Pool revenues, is only in the 48th position in the performance revenues ranking. In the opposite side, Shakhtar Donetsk, who occupies the 12th position in the list below, is only in 58th place in the Market Pool revenues ranking.
TOP 50 – CLUBS THAT RECEIVED MORE PERFORMANCE REVENUES FROM UEFA (09/10 to 12/13)
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Last July, UEFA revealed the prizes awarded to clubs that competed in the 2012/2013 editions of the UEFA Champions League (CL) and UEFA Europa League (EL).
In this context, we present an overview of the performance of the clubs that took part in these competitions between 2009/2010 and 2012/2013 (period after the process of UEFA Cup‘s rebranding).
The prizes awarded by UEFA to clubs that reach the group stage of the competition are based on the following points (2012/2013 amounts):
1.Participation bonus: the same for all clubs (8.6 million Euros in CL 12/13 and 1.3 million Euros in EL 12/13);
2.Performance bonus in the Group Stage: 1 million Euros per win and 500,000 for each draw in CL 12/13 and 200,000 per win and 100,000 for each tie in EL 12/13;
3.Market Pool: amount of the TV rights distributed according to the value of the television market of the club’s country of origin;
4.Place achieved in the Group Stage (only for EL): prize awarded to the 1st and 2nd placed teams of each group (400,000 Euros for the 1st placed and 200,000 Euros for the 2nd one in EL 12/13);
5.Round of 32 (only for EL): bonus for qualifying to this stage of the competition (200,000 Euros in EL 12/13);
6.Round of 16: bonus for qualifying to this stage of the competition (3.5 million Euros in CL 12/13 and 350,000 Euros in EL 12/13);
7.Quarter-finals: bonus for qualifying to this stage of the competition (3.9 million Euros in CL 12/13 and 450,000 Euros in EL 12/13);
8.Semi-finals: bonus for qualifying to this stage of the competition (4.9 million Euros in CL 12/13 and 1 million Euros in EL 12/13);
9.Runners-up: 6.5 million Euros in CL 12/13 and 2.5 million Euros in EL 12/13;
10.Winner: 10.5 million Euros in CL 12/13 and 5 million in EL 12/13;
11.We must also consider the Market Pool distributed to the teams that participated in EL by having reached the 3rd place in the group stage of the CL.
Thus, between 2009/10 and 2012/13, Chelsea was the club earning the largest amount (178 million Euros). In the Top 10 we can find three clubs from England (Chelsea, Manchester United and Arsenal), three from Italy (AC Milan, Internazionale and Juventus), two from Spain (Barcelona and Real Madrid) and two from Germany (Bayern Munchen and Borussia Dortmund). Regarding the Portuguese teams, FC Porto comes in the 17th place, SL Benfica in the 18th, SC Braga in the 42nd and Sporting CP in the 77th one.
In this period, 146 clubs from 34 countries took part in these competitions. When analyzing the bonus distribution by country, it turns out that England was the country raising the highest amount (647 million Euros) being represented by 11 clubs, followed by Spain with 560 million Euros and 10 clubs. Portugal comes in the 6th place with 161 million Euros and 7 clubs.
During these 4 seasons, UEFA distributed about 3,804 million Euros to the clubs that took part in the group stages and onwards of these competitions.
 
 
TOP 50 – CLUBS THAT RECEIVED MORE REVENUES FROM UEFA (09/10 to 12/13)
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REVENUES BY COUNTRY – All the participating teams between 09/10 and 12/13 (146 Clubs)
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Esta quarta-feira decorrerá no Etihad Stadium o duelo entre Manchester City e Bayern Munchen a contar para a 2ª jornada do Grupo D da UEFA Champions League 2013/14. Como já vem sendo hábito, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre ambos os clubes dividido em três áreas distintas: Finanças, Desempenho Desportivo e Web.
FINANÇAS
No que diz respeito às receitas dos dois clubes, o Bayern Munchen apresenta uma posição mais fortalecida ocupando a 4ª posição da Deloitte Football Money League 2013 comparativamente com o 7ª posto do Manchester City. Relativamente à estrutura de receitas dos dois clubes, verifica-se que o City apresenta uma maior dependência face às receitas de direitos televisivos enquanto que a estrutura dos alemães assenta sobretudo nas receitas comerciais. Contudo, nas últimas dez épocas, o Manchester City tem conseguido alcançar um crescimento assinalável, devido ao esforço de crescimento do clube e dos seus proprietários, mais do que triplicando as suas receitas. Verifica-se também que o Bayern Munchen tem alcançado melhores resultados nas competições da UEFA tendo por isso arrecadado receitas superiores através desta via (é o actual vencedor da UEFA Champions League). Simultaneamente, os bávaros apresentam uma marca e plantel mais valiosos e melhores assistências.
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DESEMPENHO DESPORTIVO
O Bayern Munchen apresenta também um maior domínio na componente desportiva tendo vencido 50 competições nacionais e 10 internacionais comparativamente com os 22 troféus detidos pelo Manchester City. Relativamente aos restantes indicadores de desempenho desta época, apresentados na tabela em baixo, verifica-se também um maior domínio por parte do clube alemão.
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WEB
No que diz respeito à componente online, apesar de o Bayern Munchen apresentar um maior número de fãs no Facebook (o Manchester City tem 74% dos fãs dos bávaros) o clube inglês domina nas restantes redes sociais. Em relação aos websites dos dois clubes, atualmente, o mcfc.co.uk está melhor colocado a nível internacional enquanto que o fcbayern.telekom.de domina a nível local.
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Notas: (1) Dados recolhidos a 29 de Setembro de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, UEFA Champions League, Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA, Liga Inglesa, Supertaça de Inglaterra, Taça da Liga Inglesa, Taça de Inglaterra, Liga Alemã, Taça da Alemanha, Supertaça da Alemanha e Taça da Liga Alemã; (3) Não foram contabilizados troféus regionais.
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Amanhã decorrerá no Etihad Stadium o 146º confronto em competições oficiais entre o Manchester City e o Manchester United sendo a 7ª e 8ª posições da Barclays Premier League 2013/2014 ocupadas, respetivamente, por estes dois clubes, neste momento. Como já vem sendo hábito, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre ambos os clubes dividido em três áreas distintas: Finanças, Desempenho Desportivo e Web.
O referido comparativo permite-nos ter uma visão global dos dois clubes, da sua dimensão e das possibilidades de ambas as equipas neste confronto e na competição.
FINANÇAS
Ao nível das receitas, o Manchester United apresenta uma situação mais fortalecida ocupando a 3ª posição da Deloitte Football Money League 2013 comparativamente com o 7ª posto do Manchester City. Relativamente à estrutura de receitas dos dois clubes, verifica-se que o City apresenta uma maior dependência face às receitas de direitos televisivos e comerciais enquanto que a estrutura dos reds é mais repartida entre as três áreas. Contudo, nas últimas dez épocas, o Manchester City tem conseguido alcançar um crescimento assinalável, devido ao esforço de crescimento do clube e dos seus proprietários, mais do que triplicando as suas receitas. Verifica-se também que o Manchester United tem apresentado melhores resultados nas competições da UEFA tendo por isso arrecadado receitas superiores através desta via. Simultaneamente, os reds apresentam uma marca mais valiosa e melhores assistências embora o plantel do City seja considerado mais valioso. Finalmente, os blues não apresentaram resultados animadores no seu último relatório e contas, tendo registado um resultado líquido bastante negativo e custos com o pessoal superiores ao do seu rival, embora tendo uma dívida líquida inferior.
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DESEMPENHO DESPORTIVO
O Manchester United apresenta também um maior domínio na componente desportiva tendo saído vitorioso por 60 vezes dos 145 confrontos em competições oficiais entre estas equipas comparativamente com os 40 triunfos do Manchester City. Relativamente aos restantes indicadores de desempenho desta época, apresentados na tabela em baixo, verifica-se um maior domínio por parte dos blues.
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WEB
No que diz respeito à componente online, a estratégia do Manchester United tem vindo a ser alterada estando agora também presente no Twitter e Google +. Assim, embora o City tenha mais seguidores nestas duas redes sociais, o seu rival domina no Facebook. Nesta rede social, o Manchester City apenas apresenta 17% do número de fãs do seu rival. Em relação aos websites dos dois clubes, atualmente, o manutd.com está melhor colocado tanto a nível nacional como internacional.
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Notas: (1) Dados recolhidos a 21 de Setembro de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, UEFA Champions League, Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA, Liga Inglesa, Supertaça de Inglaterra, Taça da Liga Inglesa e Taça de Inglaterra.
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Na passada quinta-feira, realizou-se o sorteio da fase de grupos da edição de 2013/2014 da UEFA Champions League. Neste sentido, o Football Industry recolheu os prémios de desempenho recebidos pelos clubes participantes nas competições da UEFA entre 2009/2010 e 2012/2013 (não incluem as receitas de market pool).
No documento em baixo, poderá consultar os valores recebidos pelas 32 equipas presentes na fase de grupos da UEFA Champions League 2013/2014 nos últimos quatro anos.
Estes valores permitem-nos também analisar as disparidades entre os grupos sorteados e entre as equipas de cada grupo. Assim, os grupos H (Barcelona, AC Milan, Ajax e Celtic) e D (Bayern Munchen, CSKA Moskva, Manchester City e Viktoria Plzen) são aqueles que, em termos agregados, reúnem o maior montante de prémios da UEFA recebidos nos últimos quatro anos. Paralelamente, o grupo G encontra-se no lado oposto (FC Porto, Zenit, Atlético de Madrid e Austria Wien) reunindo apenas 98,4 milhões de Euros. O grupo D inclui também o cabeça-de-série com o maior peso no total de prémios do seu grupo (Bayern Munchen).
Relativamente à disparidade entre os clubes do mesmo grupo, considerando a diferença do peso de cada clube face ao total de prémios do seu grupo, verifica-se que os grupos F (Arsenal, Borussia Dortmund, Olympique Marseille e Napoli) e C (SL Benfica, Olympiacos, Paris Saint-Germain e Anderlecht) são os mais equilibrados. O grupo A (Manchester United, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen e Real Sociedad) encontra-se no polo contrário.
No documento em baixo poderá consultar uma análise mais detalhada.
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Notas: (1) Foram considerados os valores atribuídos pela UEFA aos clubes que participaram na UEFA Champions League e UEFA Europa League entre 2009/10 e 2012/13; (2) Os valores apresentados não incluem as receitas de market pool.
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Sporting CP e SL Benfica vão defrontar-se hoje pela 299ª vez, em competições oficiais, a contar para a 3ª jornada da Liga ZON Sagres 2013/2014 naquele que é o primeiro dérbi da época.
No seguimento dos artigos publicados anteriormente, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre os dois clubes, dividido em três áreas distintas (FinançasDesempenho Desportivo e Web), que nos permitirão ter uma visão global das duas equipas, da sua dimensão e das possibilidades de ambas neste confronto.
FINANÇAS
Relativamente à componente financeira, o SL Benfica apresenta valores superiores no que respeita às receitas de bilheteira e comerciais. Por outro lado, o Sporting CP apresenta valores superiores nas receitas de direitos televisivos. Quanto à estrutura de proveitos dos dois clubes, verifica-se uma maior dependência do Sporting CP face às receitas de direitos televisivos e do SL Benfica em relação às receitas comerciais. Por último, o SL Benfica tem apresentado assistências médias e receitas de prémios da UEFA superiores.
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DESEMPENHO DESPORTIVO
O SL Benfica apresenta neste momento mais 20 vitórias do que o Sporting CP nos 298 jogos em competições oficiais entre as duas equipas. O Sporting CP tem uma equipa mais jovem e uma melhor forma recente.
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WEB
No que diz respeito à componente online, o domínio pertence ao SL Benfica, apresentando um número superior de fãs/seguidores em todas as redes sociais. A título de exemplo, o Sporting CP regista, neste momento, 45% do número de fãs do SL Benfica no Facebook. Em relação aos websites dos dois clubes, neste momento, o slbenfica.pt está melhor colocado tanto a nível nacional como internacional.
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Qual é o seu palpite para este jogo?
Notas: (1) Dados recolhidos a 31 de Agosto de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, UEFA Champions League (Taça dos Clubes Campeões Europeus), Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA (UEFA Europa League), Taça Intertoto, Liga Portuguesa, Campeonato de Portugal, Supertaça de Portugal, Taça da Liga Portuguesa, Taça de Portugal; (3) Foram contabilizados apenas os títulos em competições internacionais e nacionais não tendo sido considerados os títulos regionais.

Esta segunda-feira decorrerá em Old Trafford o 160º confronto em competições oficiais entre o Manchester United e o Chelsea a contar para a 2ª jornada da Barclays Premier League 13/14. Tal como sucedeu na época transacta, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre ambos os clubes dividido em três áreas distintas: Finanças, Desempenho Desportivo e Web.
O referido comparativo permite-nos ter uma visão global dos dois clubes, da sua dimensão e das possibilidades de ambas as equipas neste confronto e na competição.
FINANÇAS
Relativamente às receitas, o Manchester United apresenta uma situação mais fortalecida ocupando a 3ª posição da Deloitte Football Money League 2013 comparativamente com o 5ª posto do Chelsea. Relativamente à estrutura de receitas dos dois clubes, verifica-se que o Chelsea apresenta uma maior dependência face às receitas de direitos televisivos enquanto que a estrutura dos reds é mais repartida entre as três áreas. Contudo, nas últimas dez épocas, o clube treinado por José Mourinho tem conseguido alcançar um crescimento assinalável, devido ao esforço de crescimento do clube e do seu principal proprietário (crescimento de 141%). Verifica-se também que o Chelsea tem apresentado melhores resultados nas competições da UEFA tendo por isso arrecadado receitas superiores através desta via. Simultaneamente, os reds apresentam uma marca mais valiosa embora o plantel do Chelsea seja considerado mais valioso.
[table id=275 /]
DESEMPENHO DESPORTIVO
O Manchester United apresenta também um maior domínio na componente desportiva tendo saído vitorioso por 67 vezes dos 159 confrontos em competições oficiais entre estas equipas comparativamente com os 46 triunfos do Chelsea. Relativamente aos restantes indicadores de desempenho desta época, apresentados na tabela em baixo, verifica-se um maior equilíbrio entre as equipas.
[table id=276 /]
WEB
Os reds apresentam um maior número de seguidores no Facebook (o clube de Londres tem 52% dos fãs do United), embora ainda não tenham atingido os números do Chelsea no Twitter e Google Plus (apenas aderiram recentemente). Em relação aos websites dos dois clubes, atualmente, o manutd.com está melhor colocado tanto a nível nacional como internacional.
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Notas: (1) Dados recolhidos a 26 de Agosto de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, UEFA Champions League, Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA, Liga Inglesa, Supertaça de Inglaterra, Taça da Liga Inglesa e Taça de Inglaterra; (3) Taxa de câmbio 26Ago13: 1 GBP = 1,16385 EUR.