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Tipicamente, determinadas ligas apresentam uma rotação de jogadores entre clubes internos e externos bastante significativa. Esta situação tende a suceder sobretudo em ligas consideradas menos competitivas e que seguem uma estratégia de formação e exportação de atletas.
Neste sentido, o Football Industry comparou o 11 inicial apresentado pelos clubes na última jornada de 2012/2013 com a equipa que entrou em campo na primeira jornada de 2013/2014. Foram analisadas as seguintes competições: Bundesliga (Alemanha), Liga BBVA (Espanha), Ligue 1 (França), Eredivisie (Holanda), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga ZON Sagres (Portugal).
RESUMO
Em termos gerais, as ligas espanhola e portuguesa apresentam o maior número médio de alterações no 11 inicial, sendo estas referentes, sobretudo, a jogadores que não faziam parte dos plantéis em 2012/2013.
A Bundesliga e a Barclays Premier League, consideradas, neste momento, as mais competitivas, apresentam o valor médio de alterações no 11 inicial mais baixo, distribuído igualmente entre jogadores que já faziam parte dos plantéis e novas contratações para 2013/2014.
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IMPACTO DE UM NOVO TREINADOR
Analisando o impacto da chegada de um novo treinador no início de 2013/2014, observa-se que, em termos médios, apenas na Holanda e em Portugal esta situação originou um maior número de alterações face ao 11 inicial apresentado na última jornada da época anterior.
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Este estudo foi discutido no programa Maisfutebol, da TVI24, no dia 23 de Agosto de 2013.
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NOTAS: 1.Apenas foram consideradas as equipas que permaneceram na divisão em análise entre as épocas 12/13 e 13/14; 2.As contratações incluem regressos de empréstimo; 3.Sascha Lewandowski saiu da equipa técnica do Bayer Leverkusen. Contudo, permaneceu Sami Hyypia; 4.No caso da liga holandesa foram incluídos na análise os jogos realizados no play-off; 5.A Serie A italiana não foi incluída dado apenas se iniciar no dia 25 de Agosto.
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Os lugares anuais são uma parte importante daquele que é considerado o negócio base dos clubes: as receitas de bilheteira. Embora este fluxo tenha vindo a perder peso face às receitas comerciais e de direitos televisivos (em 2011/2012 correspondeu a apenas entre 14% e 28% das receitas dos clubes da Deloitte Football Money League 2013), sobretudo nos clubes de maior renome, os montantes recebidos relativos aos lugares anuais são um encaixe muito importante na fase inicial da época (na grande maioria das vezes são pagos a pronto) e constituem uma garantia mínima de assistência ao longo da época.
Neste sentido, o Football Industry recolheu os preços mínimos dos lugares anuais de 2013/2014 dos clubes que competem nas seguintes ligas: Liga ZON Sagres (Portugal), Bundesliga (Alemanha), Serie A (Itália), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga BBVA (Espanha).
Os clubes da principal divisão portuguesa cobram, no mínimo, 81 Euros pelos seus lugares anuais sendo este um valor substancialmente mais baixo comparativamente com os montantes praticados nos restantes países analisados. Enquanto os clubes italianos e espanhóis apresentam preços mínimos médios e taxas médias de ocupação relativamente semelhantes (tabela em baixo), os ingleses e alemães, apesar de apresentarem taxas médias de ocupação muito elevadas e similares, praticam preços diferentes (tabela em baixo). Este aspecto deve-se a uma questão estratégica e de mentalidade dado que os clubes da Bundesliga procuram ser totalmente orientados para os seus adeptos e, desse modo, não seguem políticas de aumento de preços. Esta prática permite, por exemplo, a um clube como o Bayern Munchen disponibilizar um lugar anual por apenas 120 Euros.
Relativamente ao impacto financeiro da aquisição de um lugar anual, e tendo por base o PIB per capita mensal (paridade do poder de compra), verifica-se que no caso português, o preço mínimo médio representa 5% deste indicador sendo que em Inglaterra o adepto terá de fazer um investimento equivalente a 25% do PIB per capita mensal inglês.
Simultaneamente, a taxa de ocupação mais reduzida apresentada pelos clubes portugueses obriga-os a realizarem ajustamentos nos preços praticados. A título de exemplo, Portugal tem 62% do PIB per capita da Alemanha embora o preço mínimo médio dos lugares anuais corresponda a apenas 37% do montante médio da Bundesliga (taxa de ocupação: 40% vs. 92%).
Os preços substancialmente superiores praticados em Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha estão também relacionados com o facto de os clubes destes campeonatos optarem por incluir outros jogos além dos referentes ao campeonato nacional na sua oferta base de lugar anual (exemplo: jogos da Taça nacional).
Preços Mínimos Médios e Impacto – Portugal, Alemanha, Itália, Inglaterra e Espanha
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Portugal – Preços de 12/13 vs. Preços de 13/14
Analisando isoladamente os 14 clubes portugueses que permaneceram na Liga ZON Sagres entre as épocas 12/13 e 13/14, verifica-se que o preço mínimo médio praticado decresceu de 77 para 73 Euros (-5%). De facto, entre 11/12 e 12/13, 8 dos 14 clubes analisados, registaram taxas médias de ocupação mais baixas, o que, associado às condições económicas actuais, tem levado a um ajustamento progressivo dos preços cobrados. Contudo, com a entrada do Belenenses e do Arouca, o valor de 73 Euros sobe para 83 Euros sendo, deste modo, superior ao da época passada (com Beira-Mar e Moreirense).
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Clique aqui para ver a LISTA DOS PREÇOS MÍNIMOS DOS LUGARES ANUAIS DE TODOS OS CLUBES ANALISADOS
Notas: (1) Taxas de Câmbio 06 de Agosto 2013: 1 USD = 0,751496 EUR; 1 GBP = 1,15813 EUR; (2) Foram apenas considerados preços mínimos normais de adulto (sem desconto); (3) Não foram considerados preços de renovação do lugar anual; (4) O “Preço Mínimo Médio Global 12/13” no valor de 77 Euros apenas inclui os 14 clubes que permaneceram na Liga ZON Sagres da época 12/13 para a 13/14.
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O conceito de Market Pool
O Market Pool trata-se da componente variável dos prémios atribuídos pela UEFA aos clubes participantes na Champions League e Europa League correspondente ao valor dos direitos televisivos.
Este montante é repartido tendo em conta a dimensão do mercado televisivo do país de origem dos clubes, a posição final alcançada na liga doméstica da época anterior e o número de jogos realizados na edição corrente das competições da UEFA.
Como funcionam os critérios de distribuição do Market Pool?
A dimensão do mercado televisivo do país de origem é, sem qualquer dúvida, a principal responsável pela distribuição dos valores de Market Pool. No entanto, a posição alcançada na época anterior tem também impacto, sobretudo quando comparamos clubes do mesmo país. Deste modo, a título de exemplo, na edição de 2011/2012 da Champions League, apesar de o SL Benfica ter alcançado os quartos-de-final da competição e o FC Porto não ter ultrapassado a fase grupos, o valor do Market Pool atribuído ao campeão nacional em 2010/2011 foi superior ao do SL Benfica (€2.794.000 vs. €2.657.000).
Relativamente à dimensão dos mercados televisivos, é inequívoca a diferença entre países como Inglaterra e Portugal. Assim, verifica-se que, por exemplo, no caso dos clubes da Turquia, nas últimas quatro edições das competições da UEFA, 56% das receitas que receberam corresponderam ao Market Pool enquanto que, no caso dos clubes portugueses, este valor foi de apenas 20%.
Analisando um caso específico, em 2012/2013, o SL Benfica (2º classificado na liga portuguesa em 2011/2012) e o Chelsea (6º classificado na liga inglesa em 2011/2012), foram afastados da Champions League na fase de grupos. No entanto, o montante referente ao Market Pool atribuído ao clube português apenas correspondeu a 12% do valor recebido pelo Chelsea.
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E se o Market Pool não existisse?
Na semana passada, publicámos o artigo “Os 50 Clubes que Mais Receberam da UEFA (09/10 a 12/13)” onde apresentamos os valores totais recebidos pelos clubes como forma de prémio pela sua participação nas competições da UEFA. No entanto, se ignorarmos as receitas associadas ao Market Pool,  tendo assim apenas em conta a componente estritamente de desempenho, a lista publicada apresenta uma nova ordem. A título de exemplo, o Liverpool, que no ranking das receitas de Market Pool ocupa o 17º posto, encontra-se apenas na 48ª posição no ranking por receitas de desempenho. Na perspectiva oposta, o Shakhtar Donetsk, que ocupa a 12ª posição na lista em baixo, encontra-se apenas na 58ª posição no ranking de receitas de Market Pool.
TOP 50 – CLUBES QUE RECEBERAM MAIS RECEITAS DE DESEMPENHO DA UEFA (09/10 a 12/13)
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Os Valores dos Clubes Portugueses
Na tabela em baixo, apresentamos os valores dos prémios recebidos pelos sete clubes portugueses que participaram nas últimas quatro edições das competições da UEFA.
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Nota: Foram analisadas as últimas quatro épocas devido ao rebranding da UEFA Cup.
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A UEFA revelou, esta semana, os prémios atribuídos aos clubes que disputaram a edição de 2012/2013 da UEFA Champions League (CL) e da UEFA Europa League (EL).
Neste âmbito, apresentamos de seguida um balanço da prestação dos clubes participantes nestas competições entre as épocas 2009/2010 e 2012/2013 (período após o processo de rebranding da UEFA Cup).
Os prémios atribuídos pela UEFA aos clubes que alcançam a fase de grupos destas competições, assentam nos seguintes pontos (valores de 2012/2013):
1. Prémio de participação: igual para todos os clubes (8,6 milhões de Euros na CL 12/13 e 1,3 milhões de Euros na EL 12/13);
2. Prémios pela performance na Fase de Grupos: 1 milhão de Euros por cada vitória e 500 mil por cada empate na CL 12/13 e 200 mil por cada vitória e 100 mil por cada empate na EL 12/13;
3. Market Pool: valor de direitos televisivos distribuídos de acordo com o valor do mercado televisivo do país de origem do clube;
4. Classificação alcançada na Fase de Grupos (apenas na EL): prémio atribuído ao 1º e 2º classificados de cada grupo (400 mil Euros para o 1º classificado e 200 mil Euros para o 2º);
5. Dezasseis-avos-de-final (apenas na EL): prémio pela passagem a esta fase da prova (200 mil Euros na EL 12/13);
6. Oitavos-de-final: prémio pela passagem a esta fase da prova (3,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 350 mil Euros na EL 12/13);
7. Quartos-de-final: prémio pela passagem a esta fase da prova (3,9 milhões de Euros na CL 12/13 e 450 mil Euros na EL 12/13);
8. Meias-finais: prémio pela passagem a esta fase da prova (4,9 milhões de Euros na CL 12/13 e 1 milhão de Euros na EL 12/13);
9. Finalista vencido: 6,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 2,5 milhões de Euros na EL 12/13;
10. Vencedor: 10,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 5 milhões na EL 12/13;
11. Há também que considerar o Market Pool distribuído pelas equipas que participaram na EL provenientes da CL por terem atingido o 3º lugar na fase de grupos da desta competição.
Desta forma, no período em análise, o Chelsea foi o clube que arrecadou o maior montante entre 2009 e 2013 (178 milhões de Euros). No Top 10 encontram-se três clubes de Inglaterra (Chelsea, Manchester United e Arsenal), três de Itália (AC Milan, Internazionale e Juventus), dois de Espanha (Barcelona e Real Madrid) e dois da Alemanha (Bayern Munchen e Borussia Dortmund). No que respeita às equipas portuguesas, o FC Porto surge no 17º lugar, o SL Benfica em 18º, o SC Braga em 42º e o Sporting CP em 77º.
No período em análise, participaram 146 clubes de 34 países diferentes nestas competições. Analisando a distribuição dos prémios por país, verifica-se que a Inglaterra foi o país que arrecadou o montante mais elevado (647 milhões de Euros) tendo sido representada por onze clubes, seguida da Espanha com 560 milhões de Euros e representada por dez clubes. Portugal, encontra-se no sexto lugar com 161 milhões de Euros tendo sido representado por sete clubes.
No período em análise, a UEFA distribuiu cerca de 3.804 milhões de Euros pelos clubes participantes na fase de grupos em diante destas competições.
TOP 50 – CLUBES QUE RECEBERAM MAIS RECEITAS DA UEFA (09/10 a 12/13)
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RESUMO POR PAÍS – Todos os Clubes Participantes entre 09/10 e 12/13 (146 Clubes)
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After the huge on-pitch success of Bayern Munchen this season, the German club took the lead of the 2013 edition of the ranking compiled by Brand Finance which includes the 50 world’s most valuable football brands.
Inversely, Manchester United went on to take the second place in the ranking being, however, beyond Real Madrid, the only team with an AAA+ rating assigned by Brand Finance.
Spanish and Italian clubs have seen their growth be affected by adverse economic conditions. On the other hand, Brazilian and Turkish clubs registered significant growth rates associated with the emerging economies of their countries and the passion of their supporters.
The average growth of the 50 brands within the ranking was 7% adding together a total value of 6,647 million Euros. Currently, the 50 clubs represented are associated with 10 different suppliers of sports equipment (the lead belongs to Adidas with 18 clubs followed by Nike with 14).
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The ranking includes clubs from ten different countries being England and Germany the two ones most represented (14 and 8 clubs respectively) aggregating more than 50% of the total value of the 50 brands.
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Note: Exchange rate May 29, 2013: 1 USD = 0,772821 EUR.

Após o enorme sucesso desportivo do Bayern Munchen esta temporada, o clube alemão assumiu a liderança da edição de 2013 do ranking elaborado pela Brand Finance que integra os 50 clubes com as marcas mais valiosas do futebol mundial.
No sentido inverso, o Manchester United passou a ocupar o segundo lugar do ranking sendo, no entanto, além do Real Madrid, a única equipa com um rating AAA+ atribuído pela Brand Finance.
Os clubes espanhóis e italianos viram o seu crescimento ser afetado por condições económicas adversas. Por outro lado, os clubes brasileiros e turcos registaram taxas de crescimento significativas associadas às economias emergentes dos seus países e à paixão dos seus adeptos.
O crescimento médio das 50 marcas que integram o ranking foi de 7% somando, em conjunto, um valor total de 6.647 milhões de Euros. Atualmente, os 50 clubes representados estão associados a 10 diferentes fornecedores de equipamento desportivo (a liderança pertence à Adidas com 18 clubes seguida da Nike com 14).
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O ranking inclui clubes originários de dez países diferentes sendo a Inglaterra e a Alemanha os dois mais representados (14 e 8 clubes respetivamente) agregando mais de 50% do valor total das 50 marcas.
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Nota: Taxa de câmbio 29 Maio de 2013: 1 USD = 0,772821 EUR.
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Benfica e Chelsea vão defrontar-se pela 3ª vez, em competições oficiais, esta quarta-feira, na Final da UEFA Europa League.
Como já vem sendo hábito, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre os dois clubes, dividido em três áreas distintas (Desempenho Desportivo, Finanças e Web), que nos permitirão ter uma visão global das duas equipas, da sua dimensão e das possibilidades de ambas nesta Final.
DESEMPENHO DESPORTIVO
Tendo-se apenas registado dois confrontos entre as duas equipas em competições oficiais (ocorreram na época passada), o Chelsea apresenta um saldo totalmente positivo tendo saído vitorioso desses dois encontros. Relativamente aos restantes indicadores de desempenho nesta edição da UEFA Europa League, verifica-se um grande equilíbrio entre as duas equipas.
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FINANÇAS
Ao nível das receitas, o Chelsea apresenta uma situação mais fortalecida ocupando a 5ª posição na Deloitte Football Money League 2013. A equipa inglesa apresenta valores superiores em todos os fluxos de receita associados ao seu desempenho nas competições da UEFA e investimentos milionários nas últimas épocas. Relativamente à estrutura de receitas dos dois clubes, observa-se que o Chelsea apresenta uma dependência significativa face às receitas de direitos televisivos o que não sucede no caso do Benfica. Por último, o Benfica apresentou, nas últimas 10 épocas, um crescimento das suas receitas bastante superior ao do clube inglês bem como assistências ligeiramente superiores em 2012/2013.
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WEB
No que diz respeito à componente online, o domínio do Chelsea é claro, apresentando um número superior de fãs/seguidores em todas as redes sociais, associado às suas recentes conquistas internacionais, contratações de jogadores de renome e mediatismo da Barclays Premier League. A título de exemplo, o Benfica apenas regista, neste momento, 9% do número de fãs do Chelsea no Facebook. Em relação aos websites dos dois clubes, neste momento, o chelseafc.com está melhor colocado a nível internacional e o slbenfica.pt a nível nacional.
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Notas: (1) Dados recolhidos a 13 de Maio de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, Champions League (Taça dos Clubes Campeões Europeus), Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA (Europa League), Taça Intertoto, Liga Portuguesa, Campeonato de Portugal, Taça de Portugal, Taça da Liga Portuguesa, Supertaça de Portugal, Liga Inglesa, Supertaça Inglesa, Taça da Liga Inglesa, e Taça de Inglaterra; (3) Foram considerados apenas títulos em competições internacionais e nacionais, não tendo sido contabilizados títulos regionais.
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FC Porto e SL Benfica vão defrontar-se no próximo sábado pela 225ª vez, em competições oficiais, a contar para a 29ª jornada da Liga ZON Sagres 2012/2013 podendo o SL Benfica sagrar-se campeão em caso de vitória, ou ser apenas decidido o vencedor da prova na última jornada se se registar outro resultado.
No seguimento dos artigos publicados anteriormente, o Football Industry apresenta um conjunto de quadros comparativos entre os dois clubes, dividido em três áreas distintas (Web, Finanças e Desempenho Desportivo), que nos permitirão ter uma visão global das duas equipas, da sua dimensão e das possibilidades de ambas neste confronto.
WEB
No que diz respeito à componente online, o domínio pertence ao SL Benfica, apresentando um número superior de fãs/seguidores em todas as redes sociais. A título de exemplo, o FC Porto regista, neste momento, 82% do número de fãs do SL Benfica no Facebook. Em relação aos websites dos dois clubes, neste momento, o slbenfica.pt está melhor colocado tanto a nível nacional como internacional.
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FINANÇAS
Relativamente à componente financeira, o SL Benfica apresenta valores superiores na maioria dos fluxos de receita, nomeadamente, no que respeita às receitas de bilheteira e comerciais. Por outro lado, o FC Porto apresenta valores superiores nas receitas de direitos televisivos e de prémios das competições da UEFA. Quanto à estrutura de proveitos dos dois clubes, verifica-se uma maior dependência do FC Porto face às receitas de bilheteira e direitos televisivos e do SL Benfica em relação às receitas de bilheteira e comerciais. Por último, o SL Benfica tem apresentado assistências médias superiores.
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DESEMPENHO DESPORTIVO
O FC Porto apresenta neste momento mais 3 vitórias do que o SL Benfica nos 224 jogos em competições oficiais entre as duas equipas. Relativamente aos restantes indicadores, o SL Benfica apresenta uma maior eficácia e um número de golos marcados superior enquanto que o FC Porto tem normalmente uma percentagem de posse de bola superior e menos golos sofridos.
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Qual é o seu palpite para este jogo?
Notas: (1) Dados recolhidos a 08 de Maio de 2013; (2) Na contagem dos troféus foram consideradas as seguintes competições: Campeonato do Mundo de Clubes, UEFA Champions League (Taça dos Clubes Campeões Europeus), Supertaça Europeia, Taça das Taças, Taça Intercontinental, Taça UEFA (UEFA Europa League), Taça Intertoto, Liga Portuguesa, Campeonato de Portugal, Supertaça de Portugal, Taça da Liga Portuguesa, Taça de Portugal; (3) Foram contabilizados apenas os títulos em competições internacionais e nacionais não tendo sido considerados os títulos regionais.
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No seguimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Football Industry, apresentamos o ranking atualizado do número de fãs no Facebook dos clubes que competem atualmente na Liga ZON Sagres relativo ao mês de Março de 2013.
Comparativamente com o mês anterior, não se registaram quaisquer alterações nas posições ocupadas pelos clubes.
Em termos agregados, verifica-se que o número de fãs dos clubes presentes nesta edição da Liga cresceu cerca de 1% face ao mês anterior, correspondendo a 33.000 novos seguidores (menos 6.300 que no período anterior) atingindo um total de 3.057.800 fãs.
Em relação aos clubes, o SL Benfica, o FC Porto e o Sporting CP continuam a ocupar o pódio, seguidos pela Académica, sendo que, em termos percentuais, os três primeiros registaram o mesmo crescimento (1%).  Em conjunto, os três primeiros clubes agregam 95% do total de fãs.
Outro aspecto relevante, prende-se com o facto de o Moreirense e o Estoril terem apresentado as maiores taxas de crescimento não tendo ainda, no entanto, chegado ao milhar de seguidores. Dentro do grupo de clubes que já ultrapassaram a referida barreira, o Rio Ave foi aquele que apresentou a taxa mais elevada (9%).
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Nota 1: Valores arredondados às centenas.
Nota 2: Valores recolhidos a 17 de Março de 2013.
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Os clubes campeões têm o melhor ataque, a melhor defesa ou ambos?
O Football Industry analisou as últimas vinte épocas (2002/2003 a 2011/2012) dos oito principais campeonatos em 2012 segundo o IFFHS (International Federation of Football History & Statistics) juntamente com a Liga Portuguesa.
Em quatro dos nove campeonatos considerados, em termos médios, os vencedores apresentaram-se melhor no ranking do melhor ataque enquanto que em dois sucedeu o inverso. Nos restantes três casos os campeões ocuparam a mesma posição no ranking de melhor ataque e melhor defesa. Observa-se uma tendência para que os campeões apresentem o melhor ataque da prova e não a melhor defesa entre os clubes participantes.
Algumas curiosidades:

  • Em França, apenas por cinco vezes o campeão não apresentou o melhor ataque da competição;
  • Em Portugal, o vencedor apresentou a melhor defesa e ataque por dez vezes e apenas por cinco não teve o melhor ataque;
  • Em Itália, o campeão apresentou a melhor defesa por doze vezes sendo este número superior na Holanda (quinze);
  • Na Liga Espanhola o vencedor apresentou a melhor defesa apenas por oito vezes;
  • No Brasil, existe uma tendência para que o campeão não seja o melhor ataque tendo esta situação apenas sucedido por quatro vezes em dez épocas.

Posição do Campeão no Ranking de Melhor Ataque e Defesa do Campeonato
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Notas: (1) Apenas foram consideradas as fases regulares dos campeonatos (não foram considerados playoffs ou formas semelhantes); (2) No caso do campeonato brasileiro apenas foram analisadas as últimas dez épocas devido à alteração do sistema da competição.
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Se pretender um relatório mais alargado, por favor, contacte a equipa do Football Industry através do email webmaster@football-industry.com.