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Entre Abril e Maio de 2013, verifica-se que, em termos globais, o número de seguidores dos clubes presentes na edição 12/13 da Liga Francesa, Ligue 1, cresceu cerca de 7% (inferior ao período anterior), o que corresponde a cerca de 533.000 novos fãs, principalmente devido novamente ao astronómico crescimento do Paris Saint Germain.
Relativamente às posições ocupadas pelos clubes, verificou-se apenas a troca de lugar entre Evian (15º) e o Bastia (16º). Paris Saint Germain, Olympique Marseille e Olympique Lyonnais ocupam as três primeiras posições agregando cerca de 73% do total de fãs dos clubes participantes na Ligue 1.
O PSG continua a registar taxas de crescimento muito elevadas tendo aumentado a sua base de fãs em cerca de 16% durante o período em análise.
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Nota 1: Valores arredondados aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 19 de Maio de 2013.

Numa altura em que a maioria dos campeonatos europeus estão prestes a terminar, apresentamos 5 jovens jogadores que se destacaram durante a época naqueles que são considerados os cinco campeonatos mais mediáticos, nomeadamente, a Barclays Premier League (Inglaterra), a Bundesliga (Alemanha), a Liga BBVA (Espanha), a Ligue 1 (França) e a Serie A (Itália).
MARIO GOTZE – Bundesliga
Mario Gotze realizou uma temporada de grande qualidade tendo já sido “premiado” com a transferência para o Bayern Munchen por cerca de 37 milhões de Euros. O jogador destaca-se pela sua capacidade de passe, cruzamento, drible e visão de jogo. Gotze apresentou também uma interessante veia goleadora sendo responsável por 12,5% dos golos do Borussia Dortmund na Bundesliga 12/13 procurando também ajudar a defender (2,8 cortes e interceções por jogo).
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ERIK LAMELA – Serie A
Apesar de a AS Roma ter realizado um campeonato modesto, Erik Lamela tem confirmado o valor que lhe era reconhecido. O jovem jogador tem apresentado uma capacidade de drible e remate assinaláveis tendo marcado 21,7% dos golos da sua equipa.
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SERGE AURIER – Ligue 1
O jovem da Costa do Marfim, que atua no Toulouse, tem-se revelado um lateral com grande potencial que se mostra forte sobretudo nos cortes, interceções e duelos aéreos mas que ainda necessita de melhorar na componente ofensiva.
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MATIJA NASTASIC – Barclays Premier League
O defesa central sérvio que se transferiu da Fiorentina para o Manchester City no início da época tem confirmado o seu potencial e recebido vários elogios apesar do menor poderio demonstrado pelo clube inglês nesta edição da Barclays Premier League. Matija Nastasic tem demonstrado sobretudo uma grande capacidade nos duelos aéreos, embora não o tenha confirmado ofensivamente, uma boa capacidade de passe, forte no corte e poucas faltas cometidas por jogo.
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KOKE – Liga BBVA
O médio ofensivo da “cantera” do Atlético Madrid tem-se destacado pela sua capacidade de passe e cruzamento (tem atuado também como extremo) e pela sua contribuição defensiva passando grande parte do jogo pelos seus pés (9% do total de passes da equipa durante a época 12/13).
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Notas: (1) Foram considerados jogadores com 21 ou menos anos de idade que atuam nos campeonatos alemão, espanhol, francês, inglês e italiano; (2) Os dados apresentados referem-se às competições acima mencionadas; (3) Dados recolhidos a 18 de Maio de 2013.
DATA PROVIDER: WhoScored.com
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Relativamente à Ligue 1, entre Março e Abril de 2013, verifica-se que, em termos globais, o número de seguidores dos clubes presentes na edição 12/13 da Liga Francesa cresceu 10% (superior ao período anterior), o que corresponde a cerca de 656.000 novos fãs, principalmente devido ao astronómico crescimento do Paris Saint Germain.
Neste período, o Paris Saint Germain (PSG) assumiu a liderença tendo o Olympique de Marseille passado para o segundo lugar não se tendo registo mais alterações. Os referidos clubes agregam cerca de 72% do total de fãs dos participantes na Ligue 1.
Relativamente à taxa de crescimento, o PSG continua a registar taxas muito elevadas tendo aumentado a sua base de fãs em cerca de 24% durante o período em análise.
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Nota 1: Valores arredondados aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 18 de Abril de 2013.
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É um pensamento que surge frequentemente entre quem acompanha o futebol e o discute diariamente: “as equipas, após serem eliminadas nas competições da UEFA, tendem a apresentar uma quebra de forma”. Será esta afirmação verdadeira?
Neste âmbito, o Football Industry analisou o desempenho das 240 equipas que participaram nas últimas três edições da UEFA Champions League e da UEFA Europa League (2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012) nos três jogos que antecederam a sua eliminação nestas competições comparando-os com os três jogos realizados após a referida eliminação.
Nas três épocas analisadas, a maioria das equipas registou uma quebra de forma após ser eliminada das competições da UEFA. Assim, em 2009/2010, 43% das equipas registou piores resultados após terminar a sua participação nas referidas competições, tendo este valor sido de 48% em 2010/2011 e de 40% em 2011/2012.
Em termos globais, os valores são os seguintes:
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No entanto, estes valores diferem consoante o campeonato no qual as equipas estão incluídas. Deste modo, apresentamos em baixo, a análise do desempenho das equipas, após a eliminação, por país:
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Relativamente aos campeonatos considerados mais competitivos, os Big 5 (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália), verifica-se que a maioria das equipas alemãs, espanholas e italianas registaram uma quebra de forma, enquanto que no caso de Inglaterra a percentagem de equipas com pior e melhor registo se iguala e, no caso das equipas francesas, estas tenderam a registar uma melhoria de forma.
Globalmente, em 15 dos 33 países, os clubes registaram uma quebra de forma, em 8 dos casos melhores resultados, e em 2 não se registaram quaisquer alterações. Nos restantes países verificaram-se percentagens iguais em duas ou mais opções (exemplo: número igual de equipas que pioraram e melhoraram de forma).
 
Notas: (1) Os jogos das competições da UEFA não foram considerados na análise do desempenho das equipas antes e após a eliminação na prova (apenas foram consideradas competições nacionais); (2) Análise realizada a partir da fase de grupos da UEFA Champions League e da UEFA Europa League, inclusive.
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A partir da época 92/93, a anteriormente denominada European Champions Clubs’ Cup, Taça dos Clubes Campeões Europeus, passou a ser conhecida por UEFA Champions League, Liga dos Campeões.
Neste artigo, apresentamos o número de clubes por campeonato que atingiu cada uma das fases desta competição permitindo-nos construir um ranking dos mesmos. Esta análise permite verificar quais os países que mais contribuem para a diversidade de clubes presentes nesta competição da UEFA.
O artigo centra-se no período entre as épocas de 94/95 e 2012/2013 uma vez que em 92/93 e 93/94 o formato adoptado não corresponde ao da edição actual apresentando, nessas épocas, uma fase a eliminar seguida de dois grupos a partir dos quais eram apurados os dois finalistas.
É também importante referir, que a partir de 97/98 a fase de grupos passou a apresentar 6 grupos (anteriormente eram apenas 4), entre 99/00 e 2002/2003 existiram duas fases de grupos, e o facto de os oitavos-de-final apenas terem surgido na época de 2003/2004 na qual voltou a haver apenas uma fase de grupos.
Fase de Grupos
Desde a época de 94/95, 126 clubes, originários de 31 países, participaram na fase de grupos da UEFA Champions League. A maioria dos clubes competem nas consideradas 5 melhores ligas europeias (Big 5), nomeadamente, Espanha, Alemanha, França, Inglaterra e Itália, agregando 40,5% do total de clubes.
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Oitavos-de-Final
No que diz respeito aos oitavos-de-final, fase que apenas surgiu na época de 2003/2004, participaram 53 clubes de 16 países, sendo o ranking novamente liderado pela Espanha com 10 clubes e pelos restantes Big 5 (64,2% dos clubes).
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Quartos-de-Final
À semelhança da fase anterior, o ranking de presenças nos quartos-de-final da UEFA Champions League é liderado pela Espanha e restantes Big 5, agregando 63,8% dos clubes. Nesta fase participaram 47 clubes de 16 países.
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Meias-Finais
Quanto às meias-finais da competição, volta a registar-se o domínio dos Big 5 e a liderança da Espanha juntamente com a Inglaterra (5 clubes), sendo 80,8% dos clubes provenientes dos referidos 5 campeonatos. Nesta fase participaram 26 clubes de 9 países.
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Final
Em relação à final da UEFA Champions League, desde 94/95 foi disputada por 16 clubes diferentes provenientes de 7 países. Na principal fase da competição, Inglaterra tem contribuído com mais clubes do que os restantes países (Arsenal, Chelsea, Liverpool e Manchester United).
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Nota: Este artigo não pretende apresentar o número de participações por país e clube mas sim o número de clubes de cada campeonato que, desde 94/95, conseguiu alcançar cada uma das fases da UEFA Champions League.
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Relativamente à Ligue 1, entre Fevereiro e Março de 2013, verifica-se que, em termos globais, o número de seguidores dos clubes presentes na edição 12/13 da Liga Francesa cresceu 5% (superior ao período anterior), o que corresponde a cerca de 338.000 novos fãs.
O Olympique de Marseille e o Paris Saint Germain (PSG) continuam a ocupar os dois primeiros lugares tendo-se registado sobretudo a passagem do Nancy para a 14ª posição. Os referidos clubes agregam cerca de 70% do total de fãs dos participantes na Ligue 1.
Relativamente à taxa de crescimento, o PSG continua a registar taxas elevadas tendo a mais elevada sido apresentada pelo Troyes.
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Nota 1: Valores arredondados aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 18 de Março de 2013.
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Os clubes campeões têm o melhor ataque, a melhor defesa ou ambos?
O Football Industry analisou as últimas vinte épocas (2002/2003 a 2011/2012) dos oito principais campeonatos em 2012 segundo o IFFHS (International Federation of Football History & Statistics) juntamente com a Liga Portuguesa.
Em quatro dos nove campeonatos considerados, em termos médios, os vencedores apresentaram-se melhor no ranking do melhor ataque enquanto que em dois sucedeu o inverso. Nos restantes três casos os campeões ocuparam a mesma posição no ranking de melhor ataque e melhor defesa. Observa-se uma tendência para que os campeões apresentem o melhor ataque da prova e não a melhor defesa entre os clubes participantes.
Algumas curiosidades:

  • Em França, apenas por cinco vezes o campeão não apresentou o melhor ataque da competição;
  • Em Portugal, o vencedor apresentou a melhor defesa e ataque por dez vezes e apenas por cinco não teve o melhor ataque;
  • Em Itália, o campeão apresentou a melhor defesa por doze vezes sendo este número superior na Holanda (quinze);
  • Na Liga Espanhola o vencedor apresentou a melhor defesa apenas por oito vezes;
  • No Brasil, existe uma tendência para que o campeão não seja o melhor ataque tendo esta situação apenas sucedido por quatro vezes em dez épocas.

Posição do Campeão no Ranking de Melhor Ataque e Defesa do Campeonato
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Notas: (1) Apenas foram consideradas as fases regulares dos campeonatos (não foram considerados playoffs ou formas semelhantes); (2) No caso do campeonato brasileiro apenas foram analisadas as últimas dez épocas devido à alteração do sistema da competição.
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PARTE 3 – ANÁLISE POR PAÍS
Ao longo das edições publicadas entre 2005 e 2013, fizeram parte do Top 20 da Deloitte Football Money League 6 equipas alemãs, 2 escocesas, 4 espanholas, 2 francesas, 10 inglesas, 6 italianas, 1 portuguesa e 1 turca perfazendo um total de 32 clubes. Em termos médios, o Top 20 tem sido constituído por 4 clubes alemães, 1 escocês, 2 espanhóis, 2 franceses, 7 ingleses e 4 italianos.
Em 2013, o Top 20 é constituído apenas por clubes pertencentes aos chamados Big 5 (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália). As melhores prestações nas competições da UEFA permitem aos clubes não pertencentes aos Big 5, por vezes, alcançar este Top tendo esta situação sucedido apenas por quatro vezes entre 2005 e 2013 (dois clubes escoceses, um português e um turco).
5.Contribuição por país para o total do ranking 2005-2013
Relativamente à contribuição por país para o total das receitas do Top 20 ao longo do anos em análise, observa-se que os clubes ingleses foram os que mais receitas geraram tendo sido responsáveis por 36% do total seguidos pelos representantes italianos (21%) e espanhóis (20%).
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6.Posição do melhor representante de cada país
Analisando a posição no Top 20 do melhor clube por país, é possível observar a evolução da presença alemã (representada fundamentalmente pelo Bayern Munich), a decrescente importância dos clubes italianos e a forte presença dos representantes ingleses e espanhóis.
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7.Peso de cada tipo de receita por país em 2011/2012
Em relação ao peso médio das receitas por país, de acordo com os valores de 2013 (2011/2012), as receitas comerciais são, tipicamente, o montante mais importante nas contas dos clubes alemães. Já as receitas de bilheteira assumem maior importância em Inglaterra e as receitas de direitos televisivos em França e Itália.
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Em termos absolutos, em Espanha, o modelo individual de negociação de direitos televisivos auxilia a que apenas dois clubes estejam presentes no top 20 e alcancem valores muito significativos nesta rúbrica.
 
Nota Final
Com o anúncio feito pela Premier League de que existirá um novo contrato de direitos televisivos num valor superior a três mil milhões de libras entre 2013/2014 e 2015/2016 (aumento de 70% em relação ao anterior), que pode ultrapassar os 5 mil milhões de libras com os contratos internacionais, espera-se um aumento significativo das receitas dos clubes ingleses. O mesmo poderá suceder com os clubes alemães dado que a Bundesliga anunciou também um novo contrato a vigorar a partir de 2013/2014 embora com valores inferiores à Premier League.
Nota 1: As receitas publicadas não incluem transferências de jogadores e impostos relacionados com vendas. Nota 2: As receitas dos clubes analisadas dividem-se em: bilheteira (todas as receitas de bilheteira, lugares anuais e quotizações), direitos televisivos (venda de direitos TV de todos os jogos nacionais e internacionais), e comerciais (patrocínios, publicidade, merchandising e outras receitas semelhantes); Nota 3: Foi utilizada a taxa de câmbio a30 de Junho de 2012 – £1 = €1.236.
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Relativamente à Ligue 1, entre Dezembro de 2012 e Janeiro de 2013, verifica-se que, em termos globais, o número de seguidores dos clubes presentes na edição 12/13 da Liga Francesa cresceu 4%, o que corresponde a cerca de 251.000 novos fãs.
O Olympique de Marseille e o Paris Saint Germain (PSG) continuam a ocupar os dois primeiros lugares não se tendo registado qualquer alteração nas posições dos restantes. Os referidos clubes agregam cerca de 70% do total de fãs dos participantes na Ligue 1.
Relativamente à taxa de crescimento, o Troyes foi o clube que apresentou a maior percentagem sendo que, em termos absolutos, o PSG foi o que alcançou o maior crescimento com uma variação positiva de 188.000 seguidores.
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Nota 1: Valores arredondados aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 19 de Janeiro de 2013.
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Os clubes presentes na Ligue 1 2012/2013 agregam cerca de 6 milhões de fãs no Facebook.
Nota 1: Arredondado aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 15 de Dezembro de 2012.

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