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Com o crescimento exponencial do mercado de eSports e a cada vez maior atenção dada pelas marcas a esta nova tendência, a pandemia trouxe também um enfoque ainda maior neste mercado por parte das marcas de vestuário ou de equipamentos desportivos.

Este interesse baseia-se sobretudo na possibilidade de as marcas alcançarem o grupo demográfico denominado “millennials” que é tradicionalmente difícil de alcançar através de outros desportos.

De acordo com a empresa Sportcal, os acordos estabelecidos por marcas de vestuário neste mercado passaram de 2 em 2017 para 37 em 2019.

A Nike tem sido a marca mais activa sendo responsável pelo acordo com o valor mais elevado. O gigante do vestuário desportivo entrou no mercado da League of Legends na China em Fevereiro de 2019 proporcionando um acordo no valor de 6,6 milhões de Euros por ano. O patrocínio prevê o fornecimento de equipamentos desportivos a todos os elementos das 16 equipas da LOL Pro League. Já em 2020, a Nike assinou mais três acordos incluindo com a T1 Entertainment and Sports da Coreia do Sul.

A Adidas tem também estado activa no mercado tendo assinado seis acordos com empresas de eSports em 2019, incluindo um contrato de longa duração de fornecimento de equipamentos com a Team Vitality, uma das principais organizações de eSports europeias. Em 2019, a Adidas assinou também uma parceria com a superestrela Ninja, o jogador profissional mais reconhecido do mundo com milhões de seguidores nas redes sociais e plataformas de gaming.

Outras empresas como a Champion, Fanatics Authentic, Kappa e Puma também já entraram no mercado de eSports com acordos interessantes.

Com a paragem dos vários desportos devido à pandemia, os eSports ganharam ainda mais notoriedade. Jogos como o FIFA, Formula 1 e NBA2K têm sido capazes de alcançar adeptos de desporto que, noutras condições, consumiriam o habitual conteúdo desportivo.

Premier League revealed this week the distribution of revenues from television rights to the clubs that participated in the last edition of Barclays Premier League.
In 2012/2013, Manchester United became the champion receiving the highest amount ever (about 71 million).
The ratio between the amounts received by Manchester United and Queens Park Rangers, ranked last, was only 1.46. The proportion of the total amount received by each club, varied between 4.1% and 6.3% showing a significant equality in income distribution.
The distribution model adopted in England is based on the following points: 50% of the revenues generated in the United Kingdom are divided equally between all clubs (16.1 million Euros per club), 25% is based on the performance of the teams (the champions receives 20 times the value of the last placed), and 25% is distributed according to the TV ratings and the number of games broadcasted on TV in the United Kingdom (there is a minimum of ten games). International revenues are shared equally by all clubs (22.1 million Euros per club).
Despite their worst table position, Arsenal and Tottenham have received larger amounts comparing to Chelsea since their games were more often broadcasted live in the United Kingdom.
However, these values ​​will increase significantly as it is expected that Premier League’s revenues, for the next three seasons, will grow to about 6.4 billion Euros (more 2.3 billion than the previous contract). In this sense, it is projected the champion will be able to receive about 117 million Euros and the last placed around 74 million Euros.
(Amounts in Euros)
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Note: Exchange Rate May 22, 2013: 1 GBP = 1,16684 EUR
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