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Nas últimas épocas tem sido discutido nos diversos campeonatos europeus, a presença de um cada vez menor número de jogadores nacionais nos 11 iniciais das equipas, tendo este facto consequências negativas para as respectivas selecções nacionais.
O Football Industry analisou os 11 iniciais de 148 clubes de 8 campeonatos diferentes nas 3 primeiras jornadas de 2012/2013 e 2013/2014 com o intuito de:
1-Verificar o número médio de jogadores nacionais nas equipas titulares;
2-Analisar a disparidade entre os clubes com maior e menor reputação no que respeita à aposta em jogadores locais;
3-Registar a equipa-tipo de cada campeonato (alinhadas por nacionalidades);
4-Registar as equipas com mais e menos jogadores locais por campeonato; e
5-Verificar a posição ocupada pelos jogadores portugueses escolhidos para o 11 inicial nos jogos da Liga ZON Sagres.
No período analisado, a Eredivisie (Liga Holandesa) foi aquela que apresentou um maior número de jogadores nacionais nos 11 iniciais dos seus clubes, tendo registado um valor médio de 7,3 em 2013/2014 e de 7,0 em 2012/2013. As Ligas Espanhola (Liga BBVA) e Francesa (Ligue 1) completam o pódio tendo apresentado, em média, 6,7 e 5,8 jogadores locais por 11 inicial em 2013/2014. Foram também consideradas a Liga Alemã (Bundesliga), a Liga Belga (Jupiler Pro League), a Liga Inglesa (Barclays Premier League), a Liga Italiana (Serie A) e a Liga Portuguesa (Liga ZON Sagres).
O estudo completo pode ser consultado em baixo.
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Este estudo foi discutido no programa Maisfutebol, da TVI24, no dia 18 de Outubro de 2013.
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Tipicamente, determinadas ligas apresentam uma rotação de jogadores entre clubes internos e externos bastante significativa. Esta situação tende a suceder sobretudo em ligas consideradas menos competitivas e que seguem uma estratégia de formação e exportação de atletas.
Neste sentido, o Football Industry comparou o 11 inicial apresentado pelos clubes na última jornada de 2012/2013 com a equipa que entrou em campo na primeira jornada de 2013/2014. Foram analisadas as seguintes competições: Bundesliga (Alemanha), Liga BBVA (Espanha), Ligue 1 (França), Eredivisie (Holanda), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga ZON Sagres (Portugal).
RESUMO
Em termos gerais, as ligas espanhola e portuguesa apresentam o maior número médio de alterações no 11 inicial, sendo estas referentes, sobretudo, a jogadores que não faziam parte dos plantéis em 2012/2013.
A Bundesliga e a Barclays Premier League, consideradas, neste momento, as mais competitivas, apresentam o valor médio de alterações no 11 inicial mais baixo, distribuído igualmente entre jogadores que já faziam parte dos plantéis e novas contratações para 2013/2014.
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IMPACTO DE UM NOVO TREINADOR
Analisando o impacto da chegada de um novo treinador no início de 2013/2014, observa-se que, em termos médios, apenas na Holanda e em Portugal esta situação originou um maior número de alterações face ao 11 inicial apresentado na última jornada da época anterior.
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Este estudo foi discutido no programa Maisfutebol, da TVI24, no dia 23 de Agosto de 2013.
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NOTAS: 1.Apenas foram consideradas as equipas que permaneceram na divisão em análise entre as épocas 12/13 e 13/14; 2.As contratações incluem regressos de empréstimo; 3.Sascha Lewandowski saiu da equipa técnica do Bayer Leverkusen. Contudo, permaneceu Sami Hyypia; 4.No caso da liga holandesa foram incluídos na análise os jogos realizados no play-off; 5.A Serie A italiana não foi incluída dado apenas se iniciar no dia 25 de Agosto.
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Os lugares anuais são uma parte importante daquele que é considerado o negócio base dos clubes: as receitas de bilheteira. Embora este fluxo tenha vindo a perder peso face às receitas comerciais e de direitos televisivos (em 2011/2012 correspondeu a apenas entre 14% e 28% das receitas dos clubes da Deloitte Football Money League 2013), sobretudo nos clubes de maior renome, os montantes recebidos relativos aos lugares anuais são um encaixe muito importante na fase inicial da época (na grande maioria das vezes são pagos a pronto) e constituem uma garantia mínima de assistência ao longo da época.
Neste sentido, o Football Industry recolheu os preços mínimos dos lugares anuais de 2013/2014 dos clubes que competem nas seguintes ligas: Liga ZON Sagres (Portugal), Bundesliga (Alemanha), Serie A (Itália), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga BBVA (Espanha).
Os clubes da principal divisão portuguesa cobram, no mínimo, 81 Euros pelos seus lugares anuais sendo este um valor substancialmente mais baixo comparativamente com os montantes praticados nos restantes países analisados. Enquanto os clubes italianos e espanhóis apresentam preços mínimos médios e taxas médias de ocupação relativamente semelhantes (tabela em baixo), os ingleses e alemães, apesar de apresentarem taxas médias de ocupação muito elevadas e similares, praticam preços diferentes (tabela em baixo). Este aspecto deve-se a uma questão estratégica e de mentalidade dado que os clubes da Bundesliga procuram ser totalmente orientados para os seus adeptos e, desse modo, não seguem políticas de aumento de preços. Esta prática permite, por exemplo, a um clube como o Bayern Munchen disponibilizar um lugar anual por apenas 120 Euros.
Relativamente ao impacto financeiro da aquisição de um lugar anual, e tendo por base o PIB per capita mensal (paridade do poder de compra), verifica-se que no caso português, o preço mínimo médio representa 5% deste indicador sendo que em Inglaterra o adepto terá de fazer um investimento equivalente a 25% do PIB per capita mensal inglês.
Simultaneamente, a taxa de ocupação mais reduzida apresentada pelos clubes portugueses obriga-os a realizarem ajustamentos nos preços praticados. A título de exemplo, Portugal tem 62% do PIB per capita da Alemanha embora o preço mínimo médio dos lugares anuais corresponda a apenas 37% do montante médio da Bundesliga (taxa de ocupação: 40% vs. 92%).
Os preços substancialmente superiores praticados em Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha estão também relacionados com o facto de os clubes destes campeonatos optarem por incluir outros jogos além dos referentes ao campeonato nacional na sua oferta base de lugar anual (exemplo: jogos da Taça nacional).
Preços Mínimos Médios e Impacto – Portugal, Alemanha, Itália, Inglaterra e Espanha
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Portugal – Preços de 12/13 vs. Preços de 13/14
Analisando isoladamente os 14 clubes portugueses que permaneceram na Liga ZON Sagres entre as épocas 12/13 e 13/14, verifica-se que o preço mínimo médio praticado decresceu de 77 para 73 Euros (-5%). De facto, entre 11/12 e 12/13, 8 dos 14 clubes analisados, registaram taxas médias de ocupação mais baixas, o que, associado às condições económicas actuais, tem levado a um ajustamento progressivo dos preços cobrados. Contudo, com a entrada do Belenenses e do Arouca, o valor de 73 Euros sobe para 83 Euros sendo, deste modo, superior ao da época passada (com Beira-Mar e Moreirense).
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Clique aqui para ver a LISTA DOS PREÇOS MÍNIMOS DOS LUGARES ANUAIS DE TODOS OS CLUBES ANALISADOS
Notas: (1) Taxas de Câmbio 06 de Agosto 2013: 1 USD = 0,751496 EUR; 1 GBP = 1,15813 EUR; (2) Foram apenas considerados preços mínimos normais de adulto (sem desconto); (3) Não foram considerados preços de renovação do lugar anual; (4) O “Preço Mínimo Médio Global 12/13” no valor de 77 Euros apenas inclui os 14 clubes que permaneceram na Liga ZON Sagres da época 12/13 para a 13/14.
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Entre Maio e Junho de 2013, registou-se um aumento de cerca de 6% (inferior ao período anterior) do número total de fãs dos clubes que competiram na Bundesliga 12/13, correspondendo a cerca de 800 mil novos seguidores. Relativamente às posições ocupadas pelos clubes, não se registaram quaisquer alterações. No próximo mês apresentaremos o primeiro ranking relativo à época 13/14.
O Bayern Munchen encontra-se na primeira posição com uma distância considerável para os restantes alcançando 54% do total de fãs dos clubes da competição. O Borussia Dortmund e o Schalke 04 ocupam os restantes lugares do pódio agregando, em conjunto com o Bayern, 80% dos seguidores.
Por outro lado, o Borussia Dortmund foi novamente o clube que apresentou a maior taxa de crescimento (12%) sendo que, à expepção dos dois primeiros, a maioria dos clubes apresentaram taxas relativamente estáveis que variaram entre 1% e 6%.
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Nota 1: Valores arredondados aos milhares.
Nota 2: Valores recolhidos a 23 de Junho de 2013.

Salários anual médio por jogador (mais alto vs mais baixo) 11-12

Salários anual médio por jogador (mais alto vs mais baixo) 11-12

Na edição de 2011/2012 da Bundesliga, a Liga Alemã, apenas o Schalke 04 terminou o campeonato na posição correspondente à que ocupou no ranking por salário médio anual pago por jogador nessa época.
De uma perspetiva positiva, o Hannover 96 conseguiu alcançar o 7º posto na competição registando o 13º valor salarial mais elevado entre os 18 clubes da liga alemã. Na perspetiva oposta, o Hamburger e o Koln foram os casos de menor sucesso ficando apenas na 15ª e 17ª posições com o 9º e 11º salários anuais médios por jogador mais elevados, respetivamente.
Globalmente, o salário anual médio por jogador na Bundesliga decresceu 7% entre 2010/2011 e 2011/2012 passando de cerca de 1,63 para 1,38 milhões de Euros. Em 6 dos 16 clubes que se mantiveram na principal divisão do futebol alemão, registou-se uma subida do valor médio pago, sendo o Wolfsburg o caso mais significativo (crescimento de 33%).
Finalmente, é também de salientar a grande diferença entre o valor médio do Bayern Munchen comparativamente com os restantes clubes. O valor do Bayern foi 7,1 vezes superior ao do Augsburg, clube que apresenta o montante mais baixo.
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Nota: Taxa de câmbio a 14 de Junho de 2013: 1 GBP = 1,1771 EUR

Bloomberg Sports published for the first time its Football Power Top 50 that ranks players from the 5 main European leagues (England, France, Germany, Italy and Spain) according to their performance in 2012/2013 in statistical terms.
According to this list, the 11 best players of each league were the following ones:
Liga BBVA (Spain)
Courtois (Atl. Madrid); Dani Alves (Barcelona), Diego Mainz (Granada), Diego Godín (Atl. Madrid) and Nacho (Betis); Xavi (Barcelona); Patrick Ebert (Valladolid), Lionel Messi (Barcelona) and Cristiano Ronaldo (Real Madrid); Falcao (Atl. Madrid) and Alvaro Negredo (Sevilla).
Serie A (Italy)
Abbiati (AC Milan); Konko (Lazio), Chiellini (Juventus), Campagnaro (Napoli) and Asamoah (Juventus); Pirlo (Juventus); Cuadrado (Fiorentina), Hamsik (Napoli) and Bonaventura (Atalanta); Cavani (Napoli) and Lamela (AS Roma).
Barclays Premier League (England)
Mignolet (Sunderland); Rafael (Manchester United), Vertonghen (Tottenham), Chico (Swansea) and Baines (Everton); Arteta (Arsenal); Walcott (Arsenal), Cazorla (Arsenal) and Bale (Tottenham); Van Persie (Manchester United) and Luis Suarez (Liverpool).
Ligue 1 (France)
Kossi Agassa (Reims); Rudy Mater (Valenciennes), Sakho (Paris Saint-Germain), Carlos Henrique (Bordeaux) and Bernard Mendy (Brest); Gonalons (Lyon); Dossevi (Valenciennes), Valbuena (Marseille) and Yohan Mollo (St. Etienne); Ibrahimovic (Paris Saint-Germain) and Aubameyang (St. Etienne).
Bundesliga (Germany)
Ron-Robert Zieler (Hannover); Lahm (Bayern Munchen), Dante (Bayern Munchen), Hummels (Borussia Dortmund) and Oliver Sorg (Friburgo); Schweinsteiger (Bayern Munchen); Thomas Müller (Bayern Munchen), Marco Reus (Borussia Dortmund) and Ribéry (Bayern Munchen); Lewandowski (Borussia Dormtund) and Stefan Kiessling (Leverkusen).

A Bloomberg Sports publicou pela primeira vez o Football Power Top 50 que ordena os jogadores dos 5 principais campeonatos europeus (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália) de acordo com o seu desempenho em 2012/2013 em termos estatísticos.
De acordo com a lista apresentada, os melhores 11 jogadores de cada campeonato foram os seguintes:
Liga BBVA (Espanha)
Courtois (Atl. Madrid); Dani Alves (Barcelona), Diego Mainz (Granada), Diego Godín (Atl. Madrid) e Nacho (Betis); Xavi (Barcelona); Patrick Ebert (Valladolid), Lionel Messi (Barcelona) e Cristiano Ronaldo (Real Madrid); Falcao (Atl. Madrid) e Alvaro Negredo (Sevilla).
Serie A (Itália)
Abbiati (AC Milan); Konko (Lazio), Chiellini (Juventus), Campagnaro (Napoli) e Asamoah (Juventus); Pirlo (Juventus); Cuadrado (Fiorentina), Hamsik (Napoli) e Bonaventura (Atalanta); Cavani (Napoli) e Lamela (AS Roma).
Barclays Premier League (Inglaterra)
Mignolet (Sunderland); Rafael (Manchester United), Vertonghen (Tottenham), Chico (Swansea) e Baines (Everton); Arteta (Arsenal); Walcott (Arsenal), Cazorla (Arsenal) e Bale (Tottenham); Van Persie (Manchester United) e Luis Suarez (Liverpool).
Ligue 1 (França)
Kossi Agassa (Reims); Rudy Mater (Valenciennes), Sakho (Paris Saint-Germain), Carlos Henrique (Bordeaux) e Bernard Mendy (Brest); Gonalons (Lyon); Dossevi (Valenciennes), Valbuena (Marseille) e Yohan Mollo (St. Etienne); Ibrahimovic (Paris Saint-Germain) e Aubameyang (St. Etienne).
Bundesliga (Alemanha)
Ron-Robert Zieler (Hannover); Lahm (Bayern Munchen), Dante (Bayern Munchen), Hummels (Borussia Dortmund) e Oliver Sorg (Friburgo); Schweinsteiger (Bayern Munchen); Thomas Müller (Bayern Munchen), Marco Reus (Borussia Dortmund) e Ribéry (Bayern Munchen); Lewandowski (Borussia Dormtund) e Stefan Kiessling (Leverkusen).

Throughout the 2012/2013 season, the clubs from the top 5 European leagues (Barclays Premier League, Serie A, Liga BBVA, Ligue 1 and Bundesliga) presented 14 different tactical formations. The highest diversity level was registered in the Italian League (11 different formations).
Currently, the most widely used option is “4-2-3-1” having been presented by more than half of the clubs, except in Italy. In the case of the Spanish League, it was adopted by 90% of the teams over the last season.
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Note: We only considered the tactical formations used by the clubs in more than 50% of their matches in the competitions mentioned above.