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Artigo originalmente publicado em www.totalfootballanalysis.com.

Após analisar a Serie A, observamos hoje a relação entre o desempenho desportivo e o salário anual médio pago por jogador pelos clubes da La Liga.

Numa primeira fase, iremos analisar individualmente cada época entre 2016/2017 e 2019/2020 (até à jornada 30) de modo a aferir quais os clubes que atingiram melhores resultados entre estas duas variáveis. De seguida, examinaremos os 14 clubes que permaneceram na La Liga durante este período e como se comportaram desportivamente face ao salário médio pago por jogador.

2016/2017

Na edição de 2016/2017 da liga espanhola, o Real Madrid sagrou-se campeão apresentando o 2º salário anual médio por jogador mais elevado.

De uma perspectiva positiva, o Alavés alcançou a 9ª posição na competição com apenas o 3º salário mais baixo. No lado oposto, o Valencia foi o caso de menor sucesso terminando a liga no 12º lugar com o 4º salário médio mais alto.

O Atlético Madrid e o Athletic Bilbao apresentaram a mesma posição no ranking de salários por jogador e na competição.

2017/2018

Na época seguinte, o Barcelona venceu a liga espanhola com o salário anual médio por jogador mais alto.

O Getafe foi a surpresa alcançando a 8ª posição no campeonato apenas com o 17º salário médio mais elevado. Pelo contrário, o Athletic Bilbao foi o caso de menor sucesso terminando na 16ª posição com o 6º valor mais elevado.

O Barcelona e o Valencia apresentou a mesma posição na liga e no ranking de salários.

2018/2019

A época passada não foi diferente e o Barcelona venceu novamente o campeonato apresentando também, uma vez mais, o salário médio mais elevado.

No lado positivo, o Getafe alcançou o 5º posto com apenas o 16º salário médio por jogador mais alto. De uma perspetiva negativa, o Celta foi o caso de menor sucesso terminando a liga na 17ª posição com o 8º salário médio mais elevado.

O Barcelona, o Valencia, o Real Betis e o Huesca apresentaram as mesmas posições no ranking de salários e no campeonato.

2019/2020

Com 30 jogos realizados, o Barcelona e o Real Madrid lutam uma vez mais pelo título com os salários médios por jogador mais elevados.

De uma perspectiva positiva, o Getafe tem realizado mais um campeonato incrível encontrando-se na 5ª posição com o 14º salário médio por jogador mais elevado da liga. No lado oposto, o Espanyol é, até ao momento, a desilusão encontrando-se no último lugar apresentando o 11º salário médio mais elevado.

Apenas o Atlético Madrid e o Mallorca têm ocupado as mesmas posições no campeonato e no ranking de salário médio por jogador.

2016/2017 a 2019/2020 – Que clube melhor rentabiliza o salário pago aos seus jogadores

Por ultimo, analisamos o desempenho e salários dos 14 clubes que permaneceram na La Liga entre 2016/2017 e 2019/2020.

O gigante Barcelona é o clube com o salário anual médio por jogador mais elevado. O Alavés é o clube com mais sucesso quando comparamos o seu desempenho desportivo com o salário anual médio pago por jogador, tendo alcançado, em média, o 12º lugar apenas com o 16º salário médio mais elevado.

Ainda com 4 jogos dos oitavos-de-final por realizar, no passado dia 17 de Junho, a UEFA anunciou que os quartos-de-final, meias-finais e final da UEFA Champions League terão lugar em Lisboa, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica (estádio da final) e no Estádio José Alvalade, pertencente ao Sporting Clube de Portugal. Os quartos-de-final e meias-finais serão jogadas apenas a uma mão. Está ainda pendente uma decisão relativamente ao local dos jogos em falta dos oitavos-de-final que poderão ter lugar nos estádios de Barcelona, Bayern Munchen, Juventus e Manchester City ou em Portugal, no Estádio do Dragão, pertencente ao Futebol Clube do Porto e Estádio D. Afonso Henriques, casa do Vitória Sport Clube. Para já estão garantidas as presenças em Lisboa da surpreendente Atalanta, do Atlético de Madrid de João Félix, do crónico campeão francês Paris Saint-Germain e do cada vez mais conhecido RB Leipzig.

As cidades escolhidas pela UEFA

Ano após ano, as principais cidades europeias candidatam-se a receber a final da maior competição mundial, a UEFA Champions League. Além de ter sido anunciado o novo local da final deste ano, já são conhecidas as cidades onde se irão realizar as edições de 2021, 2022, 2023 e 2024. Entre 1993, ano da primeira final enquadrada no mais recente formato da competição, e 2024, serão 22 os estádios de 20 cidades de 14 países que terão recebido as 32 finais da competição com especial destaque para a Alemanha com 6 edições e, em particular, para Munique com 4 finais.

Ao analisarmos o local das finais, verificamos que existe uma clara preferência pelos países dos chamados “Big-5” (Bundesliga, La Liga, Ligue 1, Premier League e Serie A). Assim, em 2024, Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália terão recebido 19 das 32 finais (59%). Relativamente aos restantes países, destacam-se três “periféricos”, Turquia, Grécia e Portugal, com duas finais.

À primazia pelos 5 países das principais ligas europeias não será, obviamente, alheia a componente comercial uma vez que terão tendencialmente mais capacidade de gerar e potenciar receitas através das suas marcas, do seu poder de compra, da centralidade no continente europeu e da sua rede de transportes.

O impacto económico das últimas finais

O impacto económico nas cidades que recebem a final da competição incide fundamentalmente nas estadias em hotéis e outras habitações turísticas, na restauração, em outras actividades turísticas, e em outros serviços como segurança, hospitalidade, patrocínios. Como se pode observar no gráfico em baixo, o impacto nas cidades variou entre os 45 milhões de Euros em Roma no ano de 2009 e os 53 milhões em Cardiff mais recentemente.

Em 2011, Barcelona e Manchester United defrontaram-se em Londres tendo os Blaugrana vencido por 3-1 com o “tiki taka” de Pep Guardiola e Messi como maestro. Estima-se que a final entre os dois colossos tenha gerado 52 milhões de Euros e se tenham deslocado à capital inglesa cerca de 110 mil pessoas. Já em 2017, em Cardiff, a final entre Real Madrid e Juventus gerou 53 milhões de Euros, valor mais elevado nas finais analisadas, e levou à cidade cerca de 200 mil pessoas.

Relativamente à final de Lisboa em 2014, entre as equipas espanholas do Real Madrid e Atlético Madrid, calcula-se que o impacto económico para a capital portuguesa tenha sido de cerca de 50 milhões de Euros. De acordo com estudos realizados, crê-se que 54% deste valor (27M€) esteja associado a estadias, 22% (11M€) a restauração, 7% (3,5M€) com outras actividades turísticas e 17% (8,5M€) a outros serviços. O aeroporto de Lisboa registou um acréscimo de 10 mil passageiros no fim-de-semana do jogo, representando um aumento de 20% face ao fluxo habitual e registaram-se cerca de 50 mil dormidas em Lisboa e 70 mil visitantes.

Para estes valores em muito contribui o poder de compra dos adeptos que visitam a cidade que acolhe a final. Conforme podemos verificar no gráfico em baixo, ao combinarmos o PIB per capita dos países dos clubes representados na final, o evento de Lisboa em 2014 apresenta o valor mais baixo das últimas 11 edições. A final de 2013 em Londres, entre Bayern Munchen e Borussia Dortmund apresenta o valor mais elevado.

As cidades, além de obterem receitas e impacto comercial no curto-prazo com a realização do evento, obtêm dividendos a longo-prazo. A final de 2014 em Lisboa contribuiu, juntamente com outros grandes eventos decorridos nos últimos anos, como o Euro 2004, para o incremento da reputação da cidade e do país como organizador de eventos de relevo. Assim, as cidades acabam por lucrar no longo-prazo com um aumento do turismo, patrocínios e maior probabilidade de receberem outros grandes eventos.

UEFA Champions League em Portugal – Que impacto esperar?

Em primeiro lugar, devemos ter em conta que os moldes em que Portugal receberá a competição são totalmente novos uma vez que, no mínimo, serão realizados 7 jogos em Lisboa ao invés de apenas a final. Em segundo lugar, devemos também ter atenção ao facto de a presença de público no interior dos estádios ser também ainda uma incógnita em virtude da evolução da pandemia do COVID-19. Por último, é importante considerar que os voos internacionais estão a ser retomados possibilitando a vinda de adeptos afectos aos clubes mesmo na eventualidade de estes não poderem assistir aos jogos no interior dos recintos desportivos.

Assim, tendo por base os valores acima referidos e dois cenários distintos, apresentamos uma estimativa relativamente ao impacto económico esperado.

Cenário 1 – Sem público nos estádios

  • 8 equipas, staff, UEFA, jornalistas, patrocinadores e alguns adeptos que se desloquem independentemente de não poderem aceder aos estádios – 10.000 pessoas representando 15% do fluxo de 2014:
    • Estadias em unidades hoteleiras – 5,4 milhões de Euros
    • Restauração – 1,65 milhões de Euros
    • Outras actividades turísticas – 0,5 milhões de Euros
    • Outros serviços (considerando serem afectados apenas em 30% devido ao número superior de jogos face a 2014) – 5,95 milhões de Euros
  • Impacto estimado total = 13,5 milhões de Euros

Cenário 2 – Estádios com 33% de lotação máxima (na linha do que se encontra a ser discutido pela La Liga)

  • Assumindo 20 mil pessoas por jogo, 10 mil afectas a cada um dos 8 clubes e assumindo que assistirão também às meias-finais e final caso o seu clube se apure, repercute-se num potencial máximo de 80 mil pessoas;
    • Estadias em unidades hoteleiras – 43,2 milhões de Euros
    • Restauração – 17,6 milhões de Euros
    • Outras actividades turísticas – 5,6 milhões de Euros
    • Outros serviços – 13,6 milhões de Euros
  • Impacto estimado total = 80 milhões de Euros

Independentemente das estimativas que se possam efectuar, é certo que a realização das fase final da UEFA Champions League trará benefícios, sobretudo nesta fase, ajudando na retoma da hotelaria e restauração, na atenção mediática e imagem do país pelo facto de acolher, no mínimo, 8 equipas compostas por elementos com muitos seguidores e com um valor de mercado elevado.

A UEFA Champions League, desde que assumiu esta designação em 1992/1993, leva já 27 edições. Neste período, foram 13 os clubes que a venceram oriundos de 7 países diferentes. O principal destaque vai para os colossos espanhóis Real Madrid CF e FC Barcelona com um total de 11 edições ganhas (41%) que fazem da Espanha o país com mais vitórias na UCL desde 1992/1993.

Apenas por duas vezes a UCL não foi ganha por um clube dos países chamados “Big-5”: em 1994/1995 pelo AFC Ajax (Holanda) e em 2003/2004 pelo FC Porto (Portugal).

 

Em teoria, países com maior população aliada a infraestruturas e profissionais de qualidade, terão tendência para apresentarem instituições desportivas mais capazes de alcançar títulos importantes, como é o caso, por exemplo, da Alemanha. No entanto, devem ser considerados vários factores de modo a retirarmos conclusões válidas. Um deles prende-se com o volume da população do país. Neste aspecto, Espanha e Portugal são os que apresentam melhor rácio quando comparamos o número de edições ganhas com o volume populacional.

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A KPMG Football Benchmark divulgou esta quinta-feira a sua 5ª edição do relatório sobre o valor económico dos clubes referente a Janeiro de 2020. Deste modo, devido à crise causada pela pandemia do vírus COVID-19, estes valores terão tendência para descer devido aos necessários ajustes do mercado.

À semelhança dos relatórios anteriores, Real Madrid e Manchester United ocupam os dois primeiros lugares do ranking seguidos pelo Barcelona que passou a ocupar a terceira posição que pertencia ao Bayern Munchen, clube que em 27 anos nunca apresentou resultados financeiros negativos.

Outra novidade desta edição prende-se com a inexistência de clubes da Serie A no Top-10 uma vez que a Juventus caiu para o 11º posto.

O Galatasaray foi o clube que mais cresceu face ao ano anterior (49%) seguido do Paris Saint-Germain e Internazionale.

Por outro lado, o Real Madrid assume o 1º lugar pela terceira vez desde 2016 sobretudo devido às três UEFA Champions League conquistadas e um crescimento de 41% nas receitas comerciais. Já o Manchester United manteve o 2º posto devido à força da sua marca e um EBIT acumulado significativo. No 3º lugar, o Barcelona registou um crescimento de 50% nas receitas operacionais e de 52% nas receitas comerciais desde 2016 levando-o assim a subir um lugar face ao ano passado.

No conjunto dos 32 clubes que fazem parte deste ranking, entre 2016 e 2020, o seu valor cresceu sempre (51% acumulado) principalmente devido a um aumento de 44% nas receitas operacionais ao longo deste período. Todas as rúbricas de receitas aumentaram, sendo as receitas televisivas o principal destaque com um incremento de 65% enquanto que as receitas de matchday e comerciais cresceram 22% e 39%, respectivamente. Outro facto importante, passa pela decrescente dependência de 25 dos 32 clubes face às receitas de matchday.

Simultaneamente é importante referir que, ao longo das 5 edições deste relatório, o peso do Top-10 no total do valor económico dos 32 clubes decresceu 4% cifrando-se actualmente nos 66%.

Relativamente aos clubes, em termos percentuais, desde 2016, o Olympique Lyonnais foi o clube cujo valor mais cresceu (193%) seguido do Tottenham e Internazionale. Em termos absolutos, o Liverpool foi quem mais viu crescer o seu valor económico (1.385 milhões de Euros). Por outro lado, o AC Milan foi o único a perder valor ao longo dos anos. No que respeita aos resultados financeiros (EBIT), o Tottenham é o clube de destaque com um valor acumulado de 439 milhões de Euros.

À porta do ranking de 32 clubes de 2020, ficaram o Celtic FC (Escócia), PSV Eindhoven (Holanda), Olympique de Marseille e AS Monaco (França), Fenerbahçe SK (Turquia) e Sporting CP (Portugal).

Ranking do Valor Económico (Top-32)

 

Ranking de Variação do Valor Económico dos Clubes (2016-2020)

 

Ranking de Variação do Valor Económico por País (2016-2020)

Observando os clubes que fizeram parte das edições deste relatório entre 2016 e 2020, e agregando-os pelo país a que pertencem, verifica-se que o valor dos clubes da Ligue 1 tem sido que mais tem subido (74%). Já em termos absolutos, o 1º posto cabe aos clubes da Premier League (6.225 milhões de Euros).

 

Por último, entre 2016 e 2020, os clubes ingleses foram os que mais ganharam peso no total do valor do top-32, agregando 39% do mesmo em 2016 e 41% em 2020.

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O índice “Football Industry Return on Investment Index” procura analisar o impacto do investimento realizado pelos clubes no mercado de transferências de 2013/14 no seu desempenho na liga nacional. Este impacto é verificado comparando os pontos acumulados pelo clube até ao momento com o número que apresentava em 2012/13, à mesma jornada, sendo esta diferença posteriormente confrontada com o investimento realizado.
A título de exemplo, o Liverpool, à 17ª jornada da época corrente, apresenta um crescimento de 0,23 pontos, face a 2012/13, por cada milhão de Euros investido no mercado de transferências de 2013/14.
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NOTAS: (1) Pontos Adicionais por cada Milhão Investido = Diferença Pontual, à mesma jornada, entre 2013/14 e 2012/13 : Investimento realizado no Mercado de Transferências de 2013/14; (2) Taxa de Câmbio 01 Novembro de 2013: 1 GBP = 1,19708 EUR; (3) Apenas foram consideradas as equipas que permaneceram nas ligas analisadas entre 2012/13 e 2013/14; (4) Dados analisados até 24 de Dezembro de 2013: Bundesliga – 17ª jornada, Ligue 1 – 19ª jornada, Liga BBVA – 17ª jornada, Barclays Premier League – 17ª jornada, e Serie A – 17ª jornada.
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Numa altura em que as principais ligas se encontram paradas devido aos compromissos das selecções nacionais, o Football Industry apresenta-lhe uma lista de 50 jogadores que têm sido influentes nas suas equipas em 2013/2014 tendo sido responsáveis por uma percentagem significativa do total de golos das mesmas nas ligas locais.
Nesta lista destacam-se dois portugueses: Cristiano Ronaldo (46% dos golos do Real Madrid) e Nélson Oliveira (44% dos golos do Rennes).
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Numa altura em que se aproxima o mercado de transferências de Inverno, o Football Industry apresenta-lhe o investimento realizado pelos clubes das 5 principais ligas europeias no verão de 2013 (Barclays Premier League, Bundesliga, Liga BBVA, Ligue 1 e Serie A).
Real Madrid, Monaco, Tottenham, Manchester City e Paris Saint-Germain destacaram-se dos restantes clubes tendo estado envolvidos em transferências milionárias de estrelas como Bale, Isco, Falcao, James Rodriguez, Lamela, Soldado, Fernandinho, Negredo, Cavani e Marquinhos.
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De acordo com o estudo publicado pela TV Sports Markets, as receitas de direitos televisivos nacionais e internacionais das 5 principais ligas europeias (Barclays Premier League, Bundesliga, Liga BBVA, Ligue 1 e Serie A) cresceram mais de 25% face aos contratos estabelecidos anteriormente.
As referidas ligas agregam, em conjunto, 5 mil milhões de Euros por época (geravam 4 mil milhões de Euros por época no ciclo contratual anterior) sendo a Barclays Premier League a que apresenta o maior valor (2,2 mil milhões). O montante agregado pelos clubes da Barclays Premier League corresponde a mais do dobro das receitas apresentadas pela liga com o segundo valor mais alto (Serie A, 975 milhões por época). Após as ligas inglesa e italiana, surgem a espanhola (710 milhões), a francesa (640 milhões) e a alemã (541 milhões). Apesar de a Liga BBVA apresentar um valor substancialmente inferior ao das ligas inglesa e italiana, inclui os dois clubes que geraram as maiores receitas televisivas em 2012/2013 provenientes da liga local e das competições da UEFA, nomeadamente, o Real Madrid (178 milhões) e o Barcelona (176 milhões).
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A AS Roma tem estado em grande forma neste início de época contando com 8 vitórias em 8 jogos da Serie A 2013/2014 e tendo marcado 22 golos (média de 2,75 por jogo) e sofrido apenas 1.
À 8ª jornada das 5 principais ligas europeias (Serie A, Liga BBVA, Ligue 1, Barclays Premier League e Bundesliga), a AS Roma é a equipa que apresenta a melhor defesa (1 golo sofrido), encontrando-se à frente de Bayern Munchen e Southampton (3 golos sofridos), registando apenas menos golos marcados do que o Barcelona (28 vs. 22).
1. AS Roma vs. Primeiros Classificados das Restantes Principais Ligas à 8ª Jornada de 2013/2014
No quadro seguinte, apresentamos alguns dados estatísticos que permitem comparar o desempenho da AS Roma com os clubes que, à 8ª jornada de 2013/2014, lideram/lideravam as restantes 4 principais ligas europeias, nomeadamente, o Barcelona (Liga Espanhola), Bayern Munchen (Liga Alemã), Monaco (Liga Francesa) e Arsenal (Liga Inglesa). Deste modo, verifica-se que o clube italiano tem apresentado óptimos indicadores sendo apenas ultrapassado, na maioria dos casos, pelos poderosos Barcelona e Bayern Munchen. Do conjunto de clubes analisados, a AS Roma e o Barcelona foram os únicos a vencer todos os jogos que disputaram.
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2. 7 Jogadores da AS Roma em Destaque em 2013/2014
A AS Roma apresenta, neste momento, um plantel composto por atletas de 13 nacionalidades onde a mais representada é a italiana (36%). A idade média dos seus jogadores é de 26 anos.
Em termos gerais, os onze jogadores mais utilizados por Rudi Garcia, treinador da AS Roma, têm estado em grande forma, contudo, 7 deles têm-se destacado dos restantes, sendo que 3 são contratações para 2013/2014 (Strootman, Gervinho e Benatia). Em baixo, apresentamos os dados estatísticos dos 7 jogadores até à 8ª jornada da Serie A, inclusive.
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3. Transferências no Verão de 2013/2014
No verão de 2013/2014, o clube italiano realizou vendas importantes, como foram os casos de Marquinhos para o Paris Saint-Germain e Lamela para o Tottenham. As vendas efectuadas neste período permitiram à AS Roma encaixar cerca de 110 milhões de Euros investindo depois quase 69 milhões em contratações. As aquisições mais sonantes foram Strootman (ex-PSV Eindhoven), Benatia (ex-Udinese), Ljajic (ex-Fiorentina) e Gervinho (ex-Arsenal) que têm estado em bom plano.
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4. 11 Tipo da AS Roma nas 8 primeiras jornadas da Serie A 2013/2014 (4x3x3)
Morgan De Sanctis; Maicon, Benatia, Castán e Balzaretti; De Rossi, Pjanic e Strootman; Florenzi, Gervinho e Totti.
Notas: (1) Taxa de Câmbio 18/10/2013: 1 GBP = 1,18112 EUR; (2) Dados recolhidos a 19 de Outubro de 2013; (3) Dados até à 8ª jornada dos campeonatos analisados, inclusive.
DATA PROVIDER: WhoScored.com
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