A Forbes apresentou recentemente o Top 20 de 2013 dos clubes mais valiosos do mundo. Nesta edição, verifica-se que o Real Madrid destronou pela primeira vez, desde 2004, o Manchester United tornando-se o clube mais valioso com um valor na ordem dos 2,5 mil milhões de Euros.
Simultaneamente, o Barcelona foi o clube que registou o maior crescimento no último ano (99%) seguido do seu rival Real Madrid (76%), Manchester City (56%, clube que mais lugares subiu no ranking de 2013) e Manchester United (42%).
Globalmente, as 20 equipas têm um valor médio de 744 milhões de Euros, o que representa um aumento de 26% face à edição de 2011, perfazendo um total de cerca de 14,9 mil milhões de Euros. Relativamente aos resultados operacionais, a média dos 20 clubes é de 32 milhões de Euros representando uma quebra de cerca de 2,3 milhões em relação a 2011.
Relativamente a novas entradas no ranking, observa-se a inclusão do Newcastle United na última posição e do Corinthians no 16º posto, tratando-se do primeiro clube não-europeu a fazer parte da lista. O clube brasileiro, que venceu a Série A do Brasil em 2011 e a FIFA Club World Cup 2012, tem-se caracterizado pela criatividade tendo sido o primeiro clube brasileiro a lançar um canal de TV de um clube, a TV Corinthians, e ao ter patrocinado um atleta que competiu no evento do Ultimate Fighting Championship que decorreu no Rio de Janeiro.
Na tabela em baixo, apresentamos o ranking dos 20 clubes mais valiosos bem como alguns dados financeiros de cada um deles.
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Analisando os valores por país, verifica-se que os clubes ingleses, fazendo 5 deles parte do Top 10, agregam um valor superior aos restantes (associado aos novos contratos de direitos televisivos) embora, em termos médios, a liderança pertença à Espanha.
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Notas: (1) Taxa de câmbio 24 Abril 2013: 1 USD = 0,768362 EUR; (2) Resultados operacionais: resultados antes de juros, impostos, depreciações, amortizações e transferências de jogadores; (3) Os valores apresentadores tratam-se de valores empresariais (capital próprio mais passivo) baseados em múltiplas fontes de receita que os clubes obtêm através de direitos televisivos, lugares premium, media, merchandising, entre outros.
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É um pensamento que surge frequentemente entre quem acompanha o futebol e o discute diariamente: “as equipas, após serem eliminadas nas competições da UEFA, tendem a apresentar uma quebra de forma”. Será esta afirmação verdadeira?
Neste âmbito, o Football Industry analisou o desempenho das 240 equipas que participaram nas últimas três edições da UEFA Champions League e da UEFA Europa League (2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012) nos três jogos que antecederam a sua eliminação nestas competições comparando-os com os três jogos realizados após a referida eliminação.
Nas três épocas analisadas, a maioria das equipas registou uma quebra de forma após ser eliminada das competições da UEFA. Assim, em 2009/2010, 43% das equipas registou piores resultados após terminar a sua participação nas referidas competições, tendo este valor sido de 48% em 2010/2011 e de 40% em 2011/2012.
Em termos globais, os valores são os seguintes:
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No entanto, estes valores diferem consoante o campeonato no qual as equipas estão incluídas. Deste modo, apresentamos em baixo, a análise do desempenho das equipas, após a eliminação, por país:
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Relativamente aos campeonatos considerados mais competitivos, os Big 5 (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália), verifica-se que a maioria das equipas alemãs, espanholas e italianas registaram uma quebra de forma, enquanto que no caso de Inglaterra a percentagem de equipas com pior e melhor registo se iguala e, no caso das equipas francesas, estas tenderam a registar uma melhoria de forma.
Globalmente, em 15 dos 33 países, os clubes registaram uma quebra de forma, em 8 dos casos melhores resultados, e em 2 não se registaram quaisquer alterações. Nos restantes países verificaram-se percentagens iguais em duas ou mais opções (exemplo: número igual de equipas que pioraram e melhoraram de forma).
 
Notas: (1) Os jogos das competições da UEFA não foram considerados na análise do desempenho das equipas antes e após a eliminação na prova (apenas foram consideradas competições nacionais); (2) Análise realizada a partir da fase de grupos da UEFA Champions League e da UEFA Europa League, inclusive.
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A partir da época 92/93, a anteriormente denominada European Champions Clubs’ Cup, Taça dos Clubes Campeões Europeus, passou a ser conhecida por UEFA Champions League, Liga dos Campeões.
Neste artigo, apresentamos o número de clubes por campeonato que atingiu cada uma das fases desta competição permitindo-nos construir um ranking dos mesmos. Esta análise permite verificar quais os países que mais contribuem para a diversidade de clubes presentes nesta competição da UEFA.
O artigo centra-se no período entre as épocas de 94/95 e 2012/2013 uma vez que em 92/93 e 93/94 o formato adoptado não corresponde ao da edição actual apresentando, nessas épocas, uma fase a eliminar seguida de dois grupos a partir dos quais eram apurados os dois finalistas.
É também importante referir, que a partir de 97/98 a fase de grupos passou a apresentar 6 grupos (anteriormente eram apenas 4), entre 99/00 e 2002/2003 existiram duas fases de grupos, e o facto de os oitavos-de-final apenas terem surgido na época de 2003/2004 na qual voltou a haver apenas uma fase de grupos.
Fase de Grupos
Desde a época de 94/95, 126 clubes, originários de 31 países, participaram na fase de grupos da UEFA Champions League. A maioria dos clubes competem nas consideradas 5 melhores ligas europeias (Big 5), nomeadamente, Espanha, Alemanha, França, Inglaterra e Itália, agregando 40,5% do total de clubes.
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Oitavos-de-Final
No que diz respeito aos oitavos-de-final, fase que apenas surgiu na época de 2003/2004, participaram 53 clubes de 16 países, sendo o ranking novamente liderado pela Espanha com 10 clubes e pelos restantes Big 5 (64,2% dos clubes).
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Quartos-de-Final
À semelhança da fase anterior, o ranking de presenças nos quartos-de-final da UEFA Champions League é liderado pela Espanha e restantes Big 5, agregando 63,8% dos clubes. Nesta fase participaram 47 clubes de 16 países.
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Meias-Finais
Quanto às meias-finais da competição, volta a registar-se o domínio dos Big 5 e a liderança da Espanha juntamente com a Inglaterra (5 clubes), sendo 80,8% dos clubes provenientes dos referidos 5 campeonatos. Nesta fase participaram 26 clubes de 9 países.
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Final
Em relação à final da UEFA Champions League, desde 94/95 foi disputada por 16 clubes diferentes provenientes de 7 países. Na principal fase da competição, Inglaterra tem contribuído com mais clubes do que os restantes países (Arsenal, Chelsea, Liverpool e Manchester United).
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Nota: Este artigo não pretende apresentar o número de participações por país e clube mas sim o número de clubes de cada campeonato que, desde 94/95, conseguiu alcançar cada uma das fases da UEFA Champions League.
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Os clubes campeões têm o melhor ataque, a melhor defesa ou ambos?
O Football Industry analisou as últimas vinte épocas (2002/2003 a 2011/2012) dos oito principais campeonatos em 2012 segundo o IFFHS (International Federation of Football History & Statistics) juntamente com a Liga Portuguesa.
Em quatro dos nove campeonatos considerados, em termos médios, os vencedores apresentaram-se melhor no ranking do melhor ataque enquanto que em dois sucedeu o inverso. Nos restantes três casos os campeões ocuparam a mesma posição no ranking de melhor ataque e melhor defesa. Observa-se uma tendência para que os campeões apresentem o melhor ataque da prova e não a melhor defesa entre os clubes participantes.
Algumas curiosidades:

  • Em França, apenas por cinco vezes o campeão não apresentou o melhor ataque da competição;
  • Em Portugal, o vencedor apresentou a melhor defesa e ataque por dez vezes e apenas por cinco não teve o melhor ataque;
  • Em Itália, o campeão apresentou a melhor defesa por doze vezes sendo este número superior na Holanda (quinze);
  • Na Liga Espanhola o vencedor apresentou a melhor defesa apenas por oito vezes;
  • No Brasil, existe uma tendência para que o campeão não seja o melhor ataque tendo esta situação apenas sucedido por quatro vezes em dez épocas.

Posição do Campeão no Ranking de Melhor Ataque e Defesa do Campeonato
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Notas: (1) Apenas foram consideradas as fases regulares dos campeonatos (não foram considerados playoffs ou formas semelhantes); (2) No caso do campeonato brasileiro apenas foram analisadas as últimas dez épocas devido à alteração do sistema da competição.
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O Football Industry dá hoje início ao ranking “Os 30 Avançados mais Influentes” que analisa o peso dos golos marcados pelos avançados que fazem parte dos plantéis das equipas da Liga ZON Sagres 12/13 face ao total de golos das mesmas desde a chegada destes jogadores.
Deste modo, foram contabilizados os jogos realizados e golos marcados desde a sua chegada ao clube, a média de golos por jogo, a percentagem de jogos que realizaram até ao momento e o peso dos golos que marcaram no total da equipa (critério que serve de base à elaboração do ranking).
No TOP 3 surgem Meyong com 47% dos golos marcados pelo Vitória FC em jogos oficiais (0,62 golos por jogo), João Tomás responsável por 40% dos golos do Rio Ave FC (0,57 golos por jogo) e Jackson Martinez com 33% dos golos marcados pelo FC Porto (0,78 golos por jogo).
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Dado que mais de 75% dos jogadores que fazem parte desta análise ingressaram nos plantéis das suas equipas em 2011/2012 e 2012/2013, o ranking não os diferencia relativamente à data da sua chegada ao clube.
 
NOTAS: (1) Caso tenha ingressado no clube pela segunda vez, apenas foi contabilizado a partir da sua última contratação (ex: João Tomás regressou ao Rio Ave em 2010/2011); (2) Os jogos realizados nas equipas secundárias e de formação não foram contabilizados; (3) Foram considerados apenas os golos marcados em jogos oficiais; (4) Dados recolhidos até 17 de Dezembro de 2012.
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