Por vezes pensamos que o facto de um clube ser líder no final da primeira volta do campeonato pouco ou nada significa. Será que é mesmo assim?
O Football Industry comparou os líderes no final da primeira volta das Ligas Alemã, Espanhola, Francesa, Inglesa, Italiana e Portuguesa com os vencedores das referidas competições entre as épocas 1993/1994 e 2012/2013 (vinte temporadas).
No quadro em baixo, podemos verificar que, sobretudo em Espanha e Itália, o facto de se ser líder no final da primeira volta, significa ter uma probabilidade muito elevada de terminar em primeiro lugar no final da competição.
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Nas últimas épocas tem sido discutido nos diversos campeonatos europeus, a presença de um cada vez menor número de jogadores nacionais nos 11 iniciais das equipas, tendo este facto consequências negativas para as respectivas selecções nacionais.
O Football Industry analisou os 11 iniciais de 148 clubes de 8 campeonatos diferentes nas 3 primeiras jornadas de 2012/2013 e 2013/2014 com o intuito de:
1-Verificar o número médio de jogadores nacionais nas equipas titulares;
2-Analisar a disparidade entre os clubes com maior e menor reputação no que respeita à aposta em jogadores locais;
3-Registar a equipa-tipo de cada campeonato (alinhadas por nacionalidades);
4-Registar as equipas com mais e menos jogadores locais por campeonato; e
5-Verificar a posição ocupada pelos jogadores portugueses escolhidos para o 11 inicial nos jogos da Liga ZON Sagres.
No período analisado, a Eredivisie (Liga Holandesa) foi aquela que apresentou um maior número de jogadores nacionais nos 11 iniciais dos seus clubes, tendo registado um valor médio de 7,3 em 2013/2014 e de 7,0 em 2012/2013. As Ligas Espanhola (Liga BBVA) e Francesa (Ligue 1) completam o pódio tendo apresentado, em média, 6,7 e 5,8 jogadores locais por 11 inicial em 2013/2014. Foram também consideradas a Liga Alemã (Bundesliga), a Liga Belga (Jupiler Pro League), a Liga Inglesa (Barclays Premier League), a Liga Italiana (Serie A) e a Liga Portuguesa (Liga ZON Sagres).
O estudo completo pode ser consultado em baixo.
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Este estudo foi discutido no programa Maisfutebol, da TVI24, no dia 18 de Outubro de 2013.
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Na passada quinta-feira, realizou-se o sorteio da fase de grupos da edição de 2013/2014 da UEFA Champions League. Neste sentido, o Football Industry recolheu os prémios de desempenho recebidos pelos clubes participantes nas competições da UEFA entre 2009/2010 e 2012/2013 (não incluem as receitas de market pool).
No documento em baixo, poderá consultar os valores recebidos pelas 32 equipas presentes na fase de grupos da UEFA Champions League 2013/2014 nos últimos quatro anos.
Estes valores permitem-nos também analisar as disparidades entre os grupos sorteados e entre as equipas de cada grupo. Assim, os grupos H (Barcelona, AC Milan, Ajax e Celtic) e D (Bayern Munchen, CSKA Moskva, Manchester City e Viktoria Plzen) são aqueles que, em termos agregados, reúnem o maior montante de prémios da UEFA recebidos nos últimos quatro anos. Paralelamente, o grupo G encontra-se no lado oposto (FC Porto, Zenit, Atlético de Madrid e Austria Wien) reunindo apenas 98,4 milhões de Euros. O grupo D inclui também o cabeça-de-série com o maior peso no total de prémios do seu grupo (Bayern Munchen).
Relativamente à disparidade entre os clubes do mesmo grupo, considerando a diferença do peso de cada clube face ao total de prémios do seu grupo, verifica-se que os grupos F (Arsenal, Borussia Dortmund, Olympique Marseille e Napoli) e C (SL Benfica, Olympiacos, Paris Saint-Germain e Anderlecht) são os mais equilibrados. O grupo A (Manchester United, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen e Real Sociedad) encontra-se no polo contrário.
No documento em baixo poderá consultar uma análise mais detalhada.
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Notas: (1) Foram considerados os valores atribuídos pela UEFA aos clubes que participaram na UEFA Champions League e UEFA Europa League entre 2009/10 e 2012/13; (2) Os valores apresentados não incluem as receitas de market pool.
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Tipicamente, determinadas ligas apresentam uma rotação de jogadores entre clubes internos e externos bastante significativa. Esta situação tende a suceder sobretudo em ligas consideradas menos competitivas e que seguem uma estratégia de formação e exportação de atletas.
Neste sentido, o Football Industry comparou o 11 inicial apresentado pelos clubes na última jornada de 2012/2013 com a equipa que entrou em campo na primeira jornada de 2013/2014. Foram analisadas as seguintes competições: Bundesliga (Alemanha), Liga BBVA (Espanha), Ligue 1 (França), Eredivisie (Holanda), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga ZON Sagres (Portugal).
RESUMO
Em termos gerais, as ligas espanhola e portuguesa apresentam o maior número médio de alterações no 11 inicial, sendo estas referentes, sobretudo, a jogadores que não faziam parte dos plantéis em 2012/2013.
A Bundesliga e a Barclays Premier League, consideradas, neste momento, as mais competitivas, apresentam o valor médio de alterações no 11 inicial mais baixo, distribuído igualmente entre jogadores que já faziam parte dos plantéis e novas contratações para 2013/2014.
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IMPACTO DE UM NOVO TREINADOR
Analisando o impacto da chegada de um novo treinador no início de 2013/2014, observa-se que, em termos médios, apenas na Holanda e em Portugal esta situação originou um maior número de alterações face ao 11 inicial apresentado na última jornada da época anterior.
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Este estudo foi discutido no programa Maisfutebol, da TVI24, no dia 23 de Agosto de 2013.
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NOTAS: 1.Apenas foram consideradas as equipas que permaneceram na divisão em análise entre as épocas 12/13 e 13/14; 2.As contratações incluem regressos de empréstimo; 3.Sascha Lewandowski saiu da equipa técnica do Bayer Leverkusen. Contudo, permaneceu Sami Hyypia; 4.No caso da liga holandesa foram incluídos na análise os jogos realizados no play-off; 5.A Serie A italiana não foi incluída dado apenas se iniciar no dia 25 de Agosto.
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Os lugares anuais são uma parte importante daquele que é considerado o negócio base dos clubes: as receitas de bilheteira. Embora este fluxo tenha vindo a perder peso face às receitas comerciais e de direitos televisivos (em 2011/2012 correspondeu a apenas entre 14% e 28% das receitas dos clubes da Deloitte Football Money League 2013), sobretudo nos clubes de maior renome, os montantes recebidos relativos aos lugares anuais são um encaixe muito importante na fase inicial da época (na grande maioria das vezes são pagos a pronto) e constituem uma garantia mínima de assistência ao longo da época.
Neste sentido, o Football Industry recolheu os preços mínimos dos lugares anuais de 2013/2014 dos clubes que competem nas seguintes ligas: Liga ZON Sagres (Portugal), Bundesliga (Alemanha), Serie A (Itália), Barclays Premier League (Inglaterra) e Liga BBVA (Espanha).
Os clubes da principal divisão portuguesa cobram, no mínimo, 81 Euros pelos seus lugares anuais sendo este um valor substancialmente mais baixo comparativamente com os montantes praticados nos restantes países analisados. Enquanto os clubes italianos e espanhóis apresentam preços mínimos médios e taxas médias de ocupação relativamente semelhantes (tabela em baixo), os ingleses e alemães, apesar de apresentarem taxas médias de ocupação muito elevadas e similares, praticam preços diferentes (tabela em baixo). Este aspecto deve-se a uma questão estratégica e de mentalidade dado que os clubes da Bundesliga procuram ser totalmente orientados para os seus adeptos e, desse modo, não seguem políticas de aumento de preços. Esta prática permite, por exemplo, a um clube como o Bayern Munchen disponibilizar um lugar anual por apenas 120 Euros.
Relativamente ao impacto financeiro da aquisição de um lugar anual, e tendo por base o PIB per capita mensal (paridade do poder de compra), verifica-se que no caso português, o preço mínimo médio representa 5% deste indicador sendo que em Inglaterra o adepto terá de fazer um investimento equivalente a 25% do PIB per capita mensal inglês.
Simultaneamente, a taxa de ocupação mais reduzida apresentada pelos clubes portugueses obriga-os a realizarem ajustamentos nos preços praticados. A título de exemplo, Portugal tem 62% do PIB per capita da Alemanha embora o preço mínimo médio dos lugares anuais corresponda a apenas 37% do montante médio da Bundesliga (taxa de ocupação: 40% vs. 92%).
Os preços substancialmente superiores praticados em Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha estão também relacionados com o facto de os clubes destes campeonatos optarem por incluir outros jogos além dos referentes ao campeonato nacional na sua oferta base de lugar anual (exemplo: jogos da Taça nacional).
Preços Mínimos Médios e Impacto – Portugal, Alemanha, Itália, Inglaterra e Espanha
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Portugal – Preços de 12/13 vs. Preços de 13/14
Analisando isoladamente os 14 clubes portugueses que permaneceram na Liga ZON Sagres entre as épocas 12/13 e 13/14, verifica-se que o preço mínimo médio praticado decresceu de 77 para 73 Euros (-5%). De facto, entre 11/12 e 12/13, 8 dos 14 clubes analisados, registaram taxas médias de ocupação mais baixas, o que, associado às condições económicas actuais, tem levado a um ajustamento progressivo dos preços cobrados. Contudo, com a entrada do Belenenses e do Arouca, o valor de 73 Euros sobe para 83 Euros sendo, deste modo, superior ao da época passada (com Beira-Mar e Moreirense).
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Clique aqui para ver a LISTA DOS PREÇOS MÍNIMOS DOS LUGARES ANUAIS DE TODOS OS CLUBES ANALISADOS
Notas: (1) Taxas de Câmbio 06 de Agosto 2013: 1 USD = 0,751496 EUR; 1 GBP = 1,15813 EUR; (2) Foram apenas considerados preços mínimos normais de adulto (sem desconto); (3) Não foram considerados preços de renovação do lugar anual; (4) O “Preço Mínimo Médio Global 12/13” no valor de 77 Euros apenas inclui os 14 clubes que permaneceram na Liga ZON Sagres da época 12/13 para a 13/14.
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O conceito de Market Pool
O Market Pool trata-se da componente variável dos prémios atribuídos pela UEFA aos clubes participantes na Champions League e Europa League correspondente ao valor dos direitos televisivos.
Este montante é repartido tendo em conta a dimensão do mercado televisivo do país de origem dos clubes, a posição final alcançada na liga doméstica da época anterior e o número de jogos realizados na edição corrente das competições da UEFA.
Como funcionam os critérios de distribuição do Market Pool?
A dimensão do mercado televisivo do país de origem é, sem qualquer dúvida, a principal responsável pela distribuição dos valores de Market Pool. No entanto, a posição alcançada na época anterior tem também impacto, sobretudo quando comparamos clubes do mesmo país. Deste modo, a título de exemplo, na edição de 2011/2012 da Champions League, apesar de o SL Benfica ter alcançado os quartos-de-final da competição e o FC Porto não ter ultrapassado a fase grupos, o valor do Market Pool atribuído ao campeão nacional em 2010/2011 foi superior ao do SL Benfica (€2.794.000 vs. €2.657.000).
Relativamente à dimensão dos mercados televisivos, é inequívoca a diferença entre países como Inglaterra e Portugal. Assim, verifica-se que, por exemplo, no caso dos clubes da Turquia, nas últimas quatro edições das competições da UEFA, 56% das receitas que receberam corresponderam ao Market Pool enquanto que, no caso dos clubes portugueses, este valor foi de apenas 20%.
Analisando um caso específico, em 2012/2013, o SL Benfica (2º classificado na liga portuguesa em 2011/2012) e o Chelsea (6º classificado na liga inglesa em 2011/2012), foram afastados da Champions League na fase de grupos. No entanto, o montante referente ao Market Pool atribuído ao clube português apenas correspondeu a 12% do valor recebido pelo Chelsea.
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E se o Market Pool não existisse?
Na semana passada, publicámos o artigo “Os 50 Clubes que Mais Receberam da UEFA (09/10 a 12/13)” onde apresentamos os valores totais recebidos pelos clubes como forma de prémio pela sua participação nas competições da UEFA. No entanto, se ignorarmos as receitas associadas ao Market Pool,  tendo assim apenas em conta a componente estritamente de desempenho, a lista publicada apresenta uma nova ordem. A título de exemplo, o Liverpool, que no ranking das receitas de Market Pool ocupa o 17º posto, encontra-se apenas na 48ª posição no ranking por receitas de desempenho. Na perspectiva oposta, o Shakhtar Donetsk, que ocupa a 12ª posição na lista em baixo, encontra-se apenas na 58ª posição no ranking de receitas de Market Pool.
TOP 50 – CLUBES QUE RECEBERAM MAIS RECEITAS DE DESEMPENHO DA UEFA (09/10 a 12/13)
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Os Valores dos Clubes Portugueses
Na tabela em baixo, apresentamos os valores dos prémios recebidos pelos sete clubes portugueses que participaram nas últimas quatro edições das competições da UEFA.
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Nota: Foram analisadas as últimas quatro épocas devido ao rebranding da UEFA Cup.
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A UEFA revelou, esta semana, os prémios atribuídos aos clubes que disputaram a edição de 2012/2013 da UEFA Champions League (CL) e da UEFA Europa League (EL).
Neste âmbito, apresentamos de seguida um balanço da prestação dos clubes participantes nestas competições entre as épocas 2009/2010 e 2012/2013 (período após o processo de rebranding da UEFA Cup).
Os prémios atribuídos pela UEFA aos clubes que alcançam a fase de grupos destas competições, assentam nos seguintes pontos (valores de 2012/2013):
1. Prémio de participação: igual para todos os clubes (8,6 milhões de Euros na CL 12/13 e 1,3 milhões de Euros na EL 12/13);
2. Prémios pela performance na Fase de Grupos: 1 milhão de Euros por cada vitória e 500 mil por cada empate na CL 12/13 e 200 mil por cada vitória e 100 mil por cada empate na EL 12/13;
3. Market Pool: valor de direitos televisivos distribuídos de acordo com o valor do mercado televisivo do país de origem do clube;
4. Classificação alcançada na Fase de Grupos (apenas na EL): prémio atribuído ao 1º e 2º classificados de cada grupo (400 mil Euros para o 1º classificado e 200 mil Euros para o 2º);
5. Dezasseis-avos-de-final (apenas na EL): prémio pela passagem a esta fase da prova (200 mil Euros na EL 12/13);
6. Oitavos-de-final: prémio pela passagem a esta fase da prova (3,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 350 mil Euros na EL 12/13);
7. Quartos-de-final: prémio pela passagem a esta fase da prova (3,9 milhões de Euros na CL 12/13 e 450 mil Euros na EL 12/13);
8. Meias-finais: prémio pela passagem a esta fase da prova (4,9 milhões de Euros na CL 12/13 e 1 milhão de Euros na EL 12/13);
9. Finalista vencido: 6,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 2,5 milhões de Euros na EL 12/13;
10. Vencedor: 10,5 milhões de Euros na CL 12/13 e 5 milhões na EL 12/13;
11. Há também que considerar o Market Pool distribuído pelas equipas que participaram na EL provenientes da CL por terem atingido o 3º lugar na fase de grupos da desta competição.
Desta forma, no período em análise, o Chelsea foi o clube que arrecadou o maior montante entre 2009 e 2013 (178 milhões de Euros). No Top 10 encontram-se três clubes de Inglaterra (Chelsea, Manchester United e Arsenal), três de Itália (AC Milan, Internazionale e Juventus), dois de Espanha (Barcelona e Real Madrid) e dois da Alemanha (Bayern Munchen e Borussia Dortmund). No que respeita às equipas portuguesas, o FC Porto surge no 17º lugar, o SL Benfica em 18º, o SC Braga em 42º e o Sporting CP em 77º.
No período em análise, participaram 146 clubes de 34 países diferentes nestas competições. Analisando a distribuição dos prémios por país, verifica-se que a Inglaterra foi o país que arrecadou o montante mais elevado (647 milhões de Euros) tendo sido representada por onze clubes, seguida da Espanha com 560 milhões de Euros e representada por dez clubes. Portugal, encontra-se no sexto lugar com 161 milhões de Euros tendo sido representado por sete clubes.
No período em análise, a UEFA distribuiu cerca de 3.804 milhões de Euros pelos clubes participantes na fase de grupos em diante destas competições.
TOP 50 – CLUBES QUE RECEBERAM MAIS RECEITAS DA UEFA (09/10 a 12/13)
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RESUMO POR PAÍS – Todos os Clubes Participantes entre 09/10 e 12/13 (146 Clubes)
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A Forbes divulgou hoje a edição de 2013 da lista das 50 equipas mais valiosas do mundo. O Real Madrid lidera o referido ranking tendo ultrapassado o Manchester United, relativamente ao ano anterior, e sendo também o clube com as receitas mais elevadas a nível global.
Da lista elaborada pela Forbes, fazem parte 30 equipas de Futebol Americano, 7 de Futebol, 7 de Beisebol, 3 de Basquetebol, 2 da Formula 1 e 1 de Hóquei no Gelo.
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Nota: Taxa de câmbio a 15 de Julho de 2013 – 1 USD = 0,76549 EUR.

Após o enorme sucesso desportivo do Bayern Munchen esta temporada, o clube alemão assumiu a liderança da edição de 2013 do ranking elaborado pela Brand Finance que integra os 50 clubes com as marcas mais valiosas do futebol mundial.
No sentido inverso, o Manchester United passou a ocupar o segundo lugar do ranking sendo, no entanto, além do Real Madrid, a única equipa com um rating AAA+ atribuído pela Brand Finance.
Os clubes espanhóis e italianos viram o seu crescimento ser afetado por condições económicas adversas. Por outro lado, os clubes brasileiros e turcos registaram taxas de crescimento significativas associadas às economias emergentes dos seus países e à paixão dos seus adeptos.
O crescimento médio das 50 marcas que integram o ranking foi de 7% somando, em conjunto, um valor total de 6.647 milhões de Euros. Atualmente, os 50 clubes representados estão associados a 10 diferentes fornecedores de equipamento desportivo (a liderança pertence à Adidas com 18 clubes seguida da Nike com 14).
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O ranking inclui clubes originários de dez países diferentes sendo a Inglaterra e a Alemanha os dois mais representados (14 e 8 clubes respetivamente) agregando mais de 50% do valor total das 50 marcas.
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Nota: Taxa de câmbio 29 Maio de 2013: 1 USD = 0,772821 EUR.
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A SportsPro publicou recentemente uma lista composta pelos 50 atletas com o maior potencial a nível comercial.
Os desportistas foram avaliados em função do seu potencial de marketing nos próximos três anos, relativamente ao seu valor monetário, idade, mercado de origem, carisma e a disponibilidade para colaborar em campanhas de marketing. O calendário desportivo dos próximos três anos foi também tido em conta.
A lista inclui desportistas de 19 modalidades e 23 países diferentes. O futebol é a modalidade mais representada (estão presentes quatro atletas da Barclays Premier League e dois da Liga BBVA).
Na edição deste ano do ranking, Neymar é o líder seguido de Messi e do golfista Rory McIlroy.
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