A permanente exportação de jovens atletas portugueses ao longo das épocas demonstra que os clubes portugueses têm assumido fundamentalmente um modelo de negócio assente na formação para posterior venda dos jogadores a clubes tendencialmente com maior capacidade financeira.

Até hoje são inúmeros os casos, tendo os últimos sido as mudanças de Francisco Trincão para o FC Barcelona proveniente do SC Braga por 31 milhões de Euros e de João Félix para o Atlético de Madrid proveniente do SL Benfica por 126 milhões de Euros. Um dos casos mais memoráveis será, porventura, a venda de Cristiano Ronaldo por parte do Sporting CP ao Manchester United FC por 19 milhões de Euros em 2003.

Na maioria dos casos, os jogadores surgem a espaços nas equipas principais, jogando alguns minutos durante uma época, sendo posteriormente vendidos. A selecção portuguesa é disso exemplo: no último compromisso oficial realizado em Novembro de 2019 no Luxemburgo, dos 23 jogadores convocados por Fernando Santos, apenas 3 jogam em Portugal (Danilo Pereira, Pizzi e Rúben Dias) e existem atletas que cumpriram a sua primeira época de sénior no estrangeiro (Danilo Pereira e Bruno Fernandes) ou saíram ao fim de apenas uma época na equipa principal (Bernardo Silva, Bruma, Cristiano Ronaldo, João Cancelo e Rúben Semedo) sendo vendidos ou emprestados a clubes estrangeiros. Situações como as de Rui Patrício e João Moutinho são cada vez mais raros (12 e 9 épocas no clube de formação, respectivamente).

Assim, será a utilização dos jogadores das camadas jovens uma real aposta por parte dos clubes da Liga NOS? O Football Industry procurou responder a esta questão analisando os 562 jogadores que participaram nos 306 jogos da liga portuguesa de 2019/2020. No total, foram utilizados 82 jogadores com formação no clube onde actuaram em 2019/2020 num total de 48.290 minutos.

Em termos médios, os 18 clubes da Liga NOS utilizaram 5 jogadores formados no clube num plantel de 31 atletas tendo cada um dos 5 jogadores actuado durante 610 minutos.

A tabela em baixo apresenta os principais dados. Por um lado, o Sporting CP, com a entrada de Rúben Amorim, apresentou o maior número de jogadores da formação utilizados (13) lançando vários nos últimos jogos da Liga NOS. No entanto, foi o SL Benfica que, no global, mais minutos proporcionou aos seus 8 atletas (8.230) tendo Rúben Dias sido o mais utilizado (2.970). De uma outra perspectiva, o FC Porto apresentou a maior percentagem de jogadores da formação face ao total de jogadores utilizados (39%).

A par da aposta no lançamento de jovens por clubes como o SL Benfica, FC Porto, Sporting CP, SC Braga, Boavista FC e Belenenses SAD, existem projectos que não contemplam a formação, nomeadamente, o do FC Famalicão, Moreirense FC e Portimonense SC.

Finalmente, verifica-se que, à medida que nos centramos nos clubes que ocuparam a segunda metade da tabela classificativa, o número total de jogadores utilizados durante a época é tendencialmente superior.

Com o final da Serie A conquistada pela Juventus, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

O grande vencedor nesta análise é, sem dúvida, o Hellas Verona ao alcançar a 9ª posição no campeonato apresentando o plantel com o menor valor de mercado (27 milhões de Euros em 07/2019 e 107 milhões em 07/2020). Para este feito, muito contribuiram as boas exibições de Miguel Veloso, Marco Faraoni, Darko Lazovic e Amir Rrahmani. Recordamos que o Hellas Verona, na presente época, apresentou também o 2º salário médio por jogador mais baixo da competição conforme apresentámos anteriormente aqui.

O Parma destacou-se igualmente alcançando a 11ª posição no campeonato com o 3º plantel menos valorizado no início da competição e o 5º salário médio por jogador mais baixo da Serie A.  Na época que agora terminou, destacaram-se fundamentalmente Dejan Kulusevski, Andreas Cornelius e Juraj Kucka.

Por outro lado, a grande desilusão acabou por ser o Torino que, com um plantel actualmente avaliado em cerca de 147 milhões de Euros e o 9º mais valioso no início da temporada, não foi capaz de abandonar o 16º lugar da liga italiana.

Entre 1 de Abril e 15 de Junho os valores de mercado dos plantéis sofreram uma quebra abrupta devido à pandemia, na ordem dos 19%, com o principal prejudicado a ser a Juventus devido à desvalorização dos seus jogadores em cerca de 141 milhões de Euros. Com o reatamento dos campeonatos estes valores têm vindo lentamente a subir em alguns casos.

Valores de mercado correspondentes a 15/07/2019 e 15/07/2020.

Desvalorização COVID-19 – diferença entre o valor de mercado a 01/04/2020 e 15/06/2020.

Valores em milhões de Euros.

Com o final da Premier League conquistada pelo Liverpool 30 anos depois e com Jamie Vardy como principal artilheiro, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

O grande vencedor nesta análise é, sem dúvida, o Sheffield United ao alcançar a 9ª posição no campeonato apresentando o plantel com o menor valor de mercado (47 milhões de Euros em 07/2019 e 120 milhões em 07/2020). Para este feito, muito contribuiram as boas exibições de Chris Basham, John Egan, Jack O’Connell e Oliver McBurnie. Recordamos que o Sheffield United, na presente época, apresentou também o salário médio por jogador mais baixo da competição conforme apresentámos anteriormente aqui.

O Burnley destacou-se igualmente alcançando a 10ª posição no campeonato com o 5º plantel menos valorizado no início da competição e o 4º salário médio por jogador mais baixo da Premier League.  Na época que agora terminou, destacaram-se fundamentalmente James Tarkowski, Dwight McNeil e Chris Wood com 14 golos marcados.

Por outro lado, as grande desilusões acabaram por ser o West Ham e o Bournemouth que, com plantéis actualmente avaliados em cerca de 288 e 247 milhões de Euros, respectivamente, e o 9º e 11º mais valiosos no início da temporada, não foram capazes de abandonar o 16º e 18º lugares da liga inglesa.

Entre 1 de Abril e 15 de Junho os valores de mercado dos plantéis sofreram uma quebra abrupta devido à pandemia, na ordem dos 18%, com o principal prejudicado a ser o Manchester City devido à desvalorização dos seus jogadores em cerca de 244 milhões de Euros. Com o reatamento dos campeonatos estes valores têm vindo lentamente a subir em alguns casos.

Valores de mercado correspondentes a 15/07/2019 e 15/07/2020.

Desvalorização COVID-19 – diferença entre o valor de mercado a 01/04/2020 e 15/06/2020.

Valores em milhões de Euros.

Com o final da Liga NOS conquistada pelo FC Porto e com Carlos Vinicius do SL Benfica como principal artilheiro, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

O grande vencedor nesta análise é, sem dúvida, o Gil Vicente FC ao alcançar a 10ª posição no campeonato apresentando o plantel com o menor valor de mercado (5 milhões de Euros em 07/2019 e 10 milhões em 07/2020). Para este feito, muito contribuiram as boas exibições de Henrique Gomes, Sandro Lima (10 golos marcados na Liga) e Ygor Nogueira.

O FC Famalicão destacou-se igualmente alcançando a 6ª posição no campeonato com o 12º plantel mais valorizado no início da competição. No clube de Famalicão destacaram-se fundamentalmente Fábio Martins com 12 golos marcados, Diogo Gonçalves, Pedro Gonçalves e Toni Martinez com 10 golos marcados.

Por outro lado, a grande desilusão acabou por ser o Portimonense SC que, com um plantel actualmente avaliado em cerca de 17 milhões de Euros e o 6º mais valioso no início da temporada, não foi capaz de abandonar o 17º lugar da liga portuguesa e irá competir na segunda divisão em 2020/2021.

Valores de mercado correspondentes a 15/07/2019 e 15/07/2020.

Desvalorização COVID-19 – diferença entre o valor de mercado a 01/04/2020 e 15/06/2020.

Valores em milhões de Euros.

Com o final abrupto da Ligue 1 devido à pandemia e a nova conquista do Paris Saint-Germain, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

O grande vencedor nesta análise é, sem dúvida, o Stade de Reims ao alcançar a 5ª posição no campeonato apresentando apenas o 13º plantel mais valioso (78 milhões de Euros em 07/2019 e 74 milhões em 07/2020). Com um registo muito baixo de golos marcados e sofridos (26 vs. 21), para este feito, muito contribuiram as boas exibições de Hassane Kamara, Yunis Abdelhamid, Xavier Chavalerin e Predrag Rajkovic. Recordamos que o Stade de Reims, na presente época, apresentou também apenas o 4º salário médio por jogador mais baixo da competição conforme apresentámos anteriormente aqui.

O Stade Brest destacou-se igualmente alcançando a 14ª posição no campeonato com o plantel menos valorizado no início da competição e o 2º salário médio por jogador mais baixo da Ligue 1. Esta época destacaram-se fundamentalmente Gautier Larsonneur e Gaetan Charbonnier.

Por outro lado, a grande desilusão acabou por ser o AS Saint-Étienne que, com um plantel actualmente avaliado em cerca de 74 milhões de Euros e o 10º mais valioso no início da temporada, não foi capaz de ir além do 17º lugar da liga francesa.

Entre 1 de Abril e 15 de Junho os valores de mercado dos plantéis sofreram uma quebra abrupta devido à pandemia, na ordem dos 18%, com o principal prejudicado a ser o PSG devido à desvalorização dos seus jogadores em cerca de 177 milhões de Euros.

Valores de mercado correspondentes a 15/07/2019 e 15/07/2020.

Desvalorização COVID-19 – diferença entre o valor de mercado a 01/04/2020 e a 15/06/2020.

Valores em milhões de Euros.

Com o final da Bundesliga conquistada novamente pelo Bayern Munchen, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

Os grandes destaques foram, sem dúvida, o SC Freiburg e o FC Union Berlin ao alcançarem a 8ª e 11ª posições, respectivamente, no campeonato apresentando o 2º e 5º plantéis com o menor valor de mercado (37 e 114 milhões de Euros no início da época).

Da parte do SC Freiburg, muito contribuiram Nils Petersen, Lucas Holer e Jonathan Schmid marcando 24 dos 48 golos da equipa mas também as boas exibições de Nicolas Hofler. Recordamos que o SC Freiburg, é também o clube que melhor rentabiliza os salários que paga aos seus atletas conforme mostrámos anteriormente aqui.

O FC Union Berlin destacou-se igualmente fundamentalmente com o contributo de Christopher Trimmel e Sebastian Andersson. A equipa de Berlim apresentou também esta época o 2º salário médio por jogador mais baixo da competição.

Simultaneamente, a grande desilusão acabou por ser o Werder Bremen que, com um plantel actualmente avaliado em cerca de 119 milhões de Euros e o 12º mais valioso no início da temporada, não foi capaz de ir além do 16º lugar da liga alemã.

Entre 1 de Abril e 15 de Junho os valores de mercado dos plantéis sofreram uma quebra abrupta devido à pandemia, na ordem dos 18%, com o principal prejudicado a ser o Bayern Munchen devido à desvalorização dos seus jogadores em cerca de 180 milhões de Euros. Com o reatamento dos campeonatos estes valores têm vindo lentamente a subir em alguns casos.

Valores de mercado correspondentes a 15/07/2019 e 15/07/2020.

Desvalorização COVID-19 – diferença entre o valor de mercado a 01/04/2020 e a 15/06/2020.

Valores em milhões de Euros.

Com o final da La Liga conquistada pelo Real Madrid e com Messi como principal artilheiro, apresentamos-lhe a relação entre a valorização dos plantéis e a posição alcançada no campeonato bem como o impacto na referida valorização devido à pandemia do COVID-19.

O grande vencedor nesta análise é, sem dúvida, o Granada CF ao alcançar a 7ª posição no campeonato apresentando o plantel com o menor valor de mercado (22 milhões de Euros em 07/2019 e 52 milhões em 07/2020). Para este feito, muito contribuiram Carlos Fernández, Darwin Machis, Antonio Puertas e Roberto Soldado marcando 31 dos 52 golos da equipa mas também as boas exibições de Yangel Herrera e Victor Díaz. Recordamos que o Granada CF, na presente época, apresentou também apenas o 5º salário médio por jogador mais baixo da competição conforme apresentámos anteriormente aqui.

O CA Osasuna destacou-se igualmente alcançando a 10ª posição no campeonato com o 3º plantel menos valorizado no início da competição e o salário médio por jogador mais baixo da La Liga.  No clube de Pamplona destacaram-se fundamentalmente Chimy Avila, Pervis Estupiñán, Rúben Garcia e Roberto Torres.

Por outro lado, a grande desilusão acabou por ser o RCD Espanyol que, com um plantel actualmente avaliado em cerca de 130 milhões de Euros e o 11º mais valioso no início da temporada, não foi capaz de abandonar o último lugar da liga espanhola e irá competir na segunda divisão em 2020/2021.

Entre 1 de Abril e 15 de Junho os valores de mercado dos plantéis sofreram uma quebra abrupta devido à pandemia, na ordem dos 20%, com o principal prejudicado a ser o FC Barcelona devido à desvalorização dos seus jogadores em cerca de 200 milhões de Euros. Com o reatamento dos campeonatos estes valores têm vindo lentamente a subir em alguns casos.

Artigo originalmente publicado em www.totalfootballanalysis.com.

Terminamos hoje a série de artigos sobre a relação entre o desempenho desportivo e o salário anual médio pago por jogador com os clubes da Ligue 1.

Como habitualmente, numa primeira fase, iremos analisar individualmente cada época entre 2016/2017 e 2019/2020 de modo a aferir quais os clubes que atingiram melhores resultados entre estas duas variáveis. De seguida, examinaremos os 14 clubes que permaneceram na Ligue 1 durante este período e como se comportaram desportivamente face ao salário médio pago por jogador.

2016/2017

Na edição de 2016/2017 da liga francesa, o AS Monaco sagrou-se campeão apresentando o 2º salário anual médio por jogador mais elevado.

De uma perspectiva positiva, o Nantes alcançou a 7ª posição na competição com apenas o 2º salário mais baixo. No lado oposto, o Bastia foi o caso de menor sucesso terminando a liga no último lugar com o 12º salário médio mais alto.

Nenhum dos clubes apresentou a mesma posição no ranking de salários por jogador e na competição.

2017/2018

Na época seguinte, o Paris Saint-Germain venceu a liga com o salário anual médio por jogador mais alto.

O Dijon e Guingamp foram as surpresas alcançando a 11ª e 12ª posições no campeonato apenas com o 17º e 18º salários médios mais elevados. Pelo contrário, o Lille foi o caso de menor sucesso terminando na 17ª posição com o 7º valor mais elevado.

O PSG, AS Monaco, Girondins Bordeaux e Strasbourg apresentaram a mesma posição na liga e no ranking de salários.

2018/2019

A época passada não foi diferente e o PSG venceu novamente o campeonato apresentando também, uma vez mais, o salário médio mais elevado.

No lado positivo, o Nimes alcançou o 9º posto com o salário médio por jogador mais baixo da liga. De uma perspetiva negativa, o AS Monaco foi o caso de menor sucesso terminando a liga na 17ª posição com o 4º salário médio mais elevado.

O PSG, Olympique Lyonnais e Angers apresentaram as mesmas posições no ranking de salários e no campeonato.

2019/2020

Com o cancelamento da época devido à pandemia, o PSG venceu mais um título com o salário médio por jogador mais elevado.

De uma perspectiva positiva, o Stade Reims realizou um campeonato incrível alcançando a 5ª posição com o 17º salário médio por jogador mais alto da liga. No lado oposto, o Saint Étienne foi a desilusão terminando no 17º lugar apresentando o 6º salário médio mais elevado.

Apenas o PSG ocupou a mesma posição no campeonato e no ranking de salário médio por jogador.

2016/2017 a 2019/2020 – Que clube melhor rentabiliza o salário pago aos seus jogadores

Por ultimo, analisamos o desempenho e salários dos 14 clubes que permaneceram na Ligue 1 entre 2016/2017 e 2019/2020.

O gigante Paris Saint-Germain é o clube com o salário anual médio por jogador mais elevado. O Nantes e o Angers são os clubes com mais sucesso quando comparamos o seu desempenho desportivo com o salário anual médio pago por jogador, tendo alcançado, em média, o 10º e 12º lugares apenas com o 13º e 15º salários médios mais elevados.

Artigo originalmente publicado em www.totalfootballanalysis.com.

Após analisar a Premier League, Serie A e La Liga, observamos hoje a relação entre o desempenho desportivo e o salário anual médio pago por jogador pelos clubes da Bundesliga.

Como habitualmente, numa primeira fase, iremos analisar individualmente cada época entre 2016/2017 e 2019/2020 (até à jornada 32) de modo a aferir quais os clubes que atingiram melhores resultados entre estas duas variáveis. De seguida, examinaremos os 13 clubes que permaneceram na Bundesliga durante este período e como se comportaram desportivamente face ao salário médio pago por jogador.

2016/2017

Na edição de 2016/2017 da liga alemã, o Bayern Munchen sagrou-se campeão apresentando também o salário anual médio por jogador mais elevado.

De uma perspectiva positiva, o Freiburg alcançou a 7ª posição na competição com apenas o 3º salário mais baixo. No lado oposto, o Wolfsburg foi o caso de menor sucesso terminando a liga no 16º lugar com o 4º salário médio mais alto.

O Bayern Munchen, Ingolstadt 04 e Darmstadt 98  apresentaram a mesma posição no ranking de salários por jogador e na competição.

2017/2018

Na época seguinte, o Bayern Munchen venceu novamente a liga com o salário anual médio por jogador mais alto.

O Stuttgart foi a surpresa alcançando a 7ª posição no campeonato apenas com o 15º salário médio mais elevado. Pelo contrário, o Wolfsburg foi novamente o caso de menor sucesso terminando na 16ª posição com o 3º valor mais elevado.

O Bayern Munchen, Borussia Dortmund, Bayer Leverkusen, RB Leipzig, Hertha e Mainz apresentaram a mesma posição na liga e no ranking de salários.

2018/2019

A época passada não foi diferente e o Bayern Munchen venceu novamente o campeonato apresentando também, uma vez mais, o salário médio mais elevado.

No lado positivo, o Fortuna Dusseldorf alcançou o 10º posto com apenas o 16º salário médio por jogador mais alto. De uma perspetiva negativa, o Schalke 04 foi o caso de menor sucesso terminando a liga na 14ª posição com o 4º salário médio mais elevado.

O Bayern Munchen, Borussia Dortmund, Augsburg e Nurnberg apresentaram as mesmas posições no ranking de salários e no campeonato.

2019/2020

Com 32 jogos realizados, o Bayern Munchen estava perto de vencer mais um título, tendo acabado por verificar-se, com os salários médios por jogador mais elevados.

De uma perspectiva positiva, o Freiburg realizou um campeonato incrível encontrando-se à 32ª jornada na 8ª posição com o 3º salário médio por jogador mais baixo da liga. No lado oposto, o Werder Bremen era, à 32ª jornada, a desilusão encontrando-se no 17º lugar apresentando o 9º salário médio mais elevado.

O Bayern Munchen, Borussia Dortmund, Hertha e Paderborn ocupavam naquela jornada as mesmas posições no campeonato e no ranking de salário médio por jogador.

2016/2017 a 2019/2020 – Que clube melhor rentabiliza o salário pago aos seus jogadores

Por ultimo, analisamos o desempenho e salários dos 13 clubes que permaneceram na Bundesliga entre 2016/2017 e 2019/2020 (até à jornada 32).

O gigante Bayern Munchen é o clube com o salário anual médio por jogador mais elevado. O Freiburg é o clube com mais sucesso quando comparamos o seu desempenho desportivo com o salário anual médio pago por jogador, tendo alcançado, em média, o 11º lugar apenas com o 17º salário médio mais elevado.

Artigo originalmente publicado em www.totalfootballanalysis.com.

Após analisar a Serie A, observamos hoje a relação entre o desempenho desportivo e o salário anual médio pago por jogador pelos clubes da La Liga.

Numa primeira fase, iremos analisar individualmente cada época entre 2016/2017 e 2019/2020 (até à jornada 30) de modo a aferir quais os clubes que atingiram melhores resultados entre estas duas variáveis. De seguida, examinaremos os 14 clubes que permaneceram na La Liga durante este período e como se comportaram desportivamente face ao salário médio pago por jogador.

2016/2017

Na edição de 2016/2017 da liga espanhola, o Real Madrid sagrou-se campeão apresentando o 2º salário anual médio por jogador mais elevado.

De uma perspectiva positiva, o Alavés alcançou a 9ª posição na competição com apenas o 3º salário mais baixo. No lado oposto, o Valencia foi o caso de menor sucesso terminando a liga no 12º lugar com o 4º salário médio mais alto.

O Atlético Madrid e o Athletic Bilbao apresentaram a mesma posição no ranking de salários por jogador e na competição.

2017/2018

Na época seguinte, o Barcelona venceu a liga espanhola com o salário anual médio por jogador mais alto.

O Getafe foi a surpresa alcançando a 8ª posição no campeonato apenas com o 17º salário médio mais elevado. Pelo contrário, o Athletic Bilbao foi o caso de menor sucesso terminando na 16ª posição com o 6º valor mais elevado.

O Barcelona e o Valencia apresentou a mesma posição na liga e no ranking de salários.

2018/2019

A época passada não foi diferente e o Barcelona venceu novamente o campeonato apresentando também, uma vez mais, o salário médio mais elevado.

No lado positivo, o Getafe alcançou o 5º posto com apenas o 16º salário médio por jogador mais alto. De uma perspetiva negativa, o Celta foi o caso de menor sucesso terminando a liga na 17ª posição com o 8º salário médio mais elevado.

O Barcelona, o Valencia, o Real Betis e o Huesca apresentaram as mesmas posições no ranking de salários e no campeonato.

2019/2020

Com 30 jogos realizados, o Barcelona e o Real Madrid lutam uma vez mais pelo título com os salários médios por jogador mais elevados.

De uma perspectiva positiva, o Getafe tem realizado mais um campeonato incrível encontrando-se na 5ª posição com o 14º salário médio por jogador mais elevado da liga. No lado oposto, o Espanyol é, até ao momento, a desilusão encontrando-se no último lugar apresentando o 11º salário médio mais elevado.

Apenas o Atlético Madrid e o Mallorca têm ocupado as mesmas posições no campeonato e no ranking de salário médio por jogador.

2016/2017 a 2019/2020 – Que clube melhor rentabiliza o salário pago aos seus jogadores

Por ultimo, analisamos o desempenho e salários dos 14 clubes que permaneceram na La Liga entre 2016/2017 e 2019/2020.

O gigante Barcelona é o clube com o salário anual médio por jogador mais elevado. O Alavés é o clube com mais sucesso quando comparamos o seu desempenho desportivo com o salário anual médio pago por jogador, tendo alcançado, em média, o 12º lugar apenas com o 16º salário médio mais elevado.